Jesus e o cumprimento da Lei: Como o Salvador Completou o Quebra-Cabeças




  • Jesus, o Filho de Deus, cumpriu a Lei de uma forma que nenhum outro podia, produzindo uma obra-prima que mudou o curso da humanidade.
  • Tornou-se o cordeiro sacrificial perfeito, tomando sobre si os pecados do mundo e oferecendo a redenção a todos os que nele crêem.
  • Cristo Jesus expôs sobre o significado mais profundo da Lei, mostrando-nos que não é apenas um conjunto de instruções, mas um reflexo do coração de Deus e um guia para a vida justa.
  • Como crentes, somos chamados a seguir os passos de Jesus, a imitar o seu amor e a sua graça.
  • O cumprimento da Lei por Jesus serve como um lembrete de que não estamos mais vinculados à letra da Lei, mas somos chamados a um padrão mais elevado de amor e compaixão.

O que é o Cumprimento da Lei?

No Sermão da Montanha, Jesus investiga o cumprimento da lei, um aspecto fundamental de seus ensinamentos. Embora muitos percebam Jesus como uma figura revolucionária que descartou a lei, ele enfatizou a sua conclusão e o seu verdadeiro significado. Em vez de desconsiderar a lei, Jesus procurou fornecer uma compreensão e interpretação mais profundas de suas exigências.

Jesus afirmou firmemente: «Não pensem que vim abolir a Lei ou os Profetas; Não vim para aboli-los, mas para cumpri-los" (Mateus 5:17). Jesus estabelece o seu papel como o cumprimento da lei, não como o seu abolidor. Reconhece a importância da lei e transmite a necessidade de compreender plenamente a sua essência.

Jesus posiciona-se como um novo doador de lei, ultrapassando interpretações anteriores e proporcionando uma compreensão autorizada dos requisitos da lei. Ele afirma: "Ouvistes que foi dito... mas eu vos digo" (Mateus 5:21-22). Jesus contesta as interpretações tradicionais e equipara a sua autoridade à de Deus, reformulando a compreensão da lei.

O cumprimento da lei, segundo Jesus, implica obediência às suas exigências a um nível poderoso - além da mera observância externa. Ele enfatiza a importância da disposição interna, ensinando que a raiva abrigada contra os outros é semelhante ao assassinato no coração (Mateus 5:21-26). Jesus complementa, mas ultrapassa o legalismo externo da lei e expõe a verdadeira intenção delineada nos mandamentos.

O que Jesus cumpriu?

Jesus cumpriu numerosas profecias e o Antigo Testamento de muitas maneiras, estabelecendo seu papel como o Messias há muito esperado. As escrituras do Antigo Testamento contêm inúmeras profecias que predisseram a vinda do Salvador, e Jesus cumpriu estas profecias através de seu nascimento, vida, morte e ressurreição.

Um aspecto significativo em que Jesus cumpriu o Antigo Testamento foi o seu papel como o Messias, o Ungido. Os judeus tinham antecipado a chegada do Messias, como prometido nas escrituras do Antigo Testamento. Jesus, através dos seus ensinamentos e milagres, retratou-se claramente como o Messias há muito esperado, cumprindo as esperanças e expectativas do povo.

Jesus cumpriu a Lei e os ensinamentos dos profetas, como descrito no Antigo Testamento. Ele declarou em Mateus 5:17: "Não pensem que vim abolir a Lei ou os Profetas; Eu não vim para aboli-los, mas para cumpri-los.» Jesus cumpriu perfeitamente os requisitos da Lei, que os seres humanos não cumpriram, e tornou-se o sacrifício final pelos pecados da humanidade.

A primeira vinda de Jesus cumpriu as profecias de seu nascimento, linhagem e ministério. O profeta Isaías falou de uma virgem que deu à luz uma criança (Isaías 7:14), o que aconteceu com o nascimento virginal miraculoso de Jesus através de Maria. O profeta Miquéias também profetizou que o Messias nasceria em Belém (Mq 5:2), e o nascimento de Jesus em Belém cumpriu esta profecia.

Enquanto Jesus cumpriu inúmeras profecias durante sua primeira vinda, ainda há profecias que aguardam o cumprimento durante sua segunda vinda. As escrituras do Antigo Testamento contêm numerosas profecias sobre o fim dos tempos e a volta do Messias. Estas profecias incluem o estabelecimento do Reino de Deus e o julgamento de todas as pessoas.

Jesus cumpriu as profecias, o papel como Messias e as leis das escrituras do Antigo Testamento. O seu nascimento, a sua vida, a sua morte e a sua ressurreição provam o cumprimento do Antigo Testamento. Embora algumas profecias tenham sido cumpridas através da sua primeira vinda, ainda antecipamos o cumprimento das profecias relativas à sua segunda vinda e ao estabelecimento do Reino de Deus.

O significado de Mateus 5:17-20

Jesus transmite uma mensagem poderosa em Mateus 5:17-20 no Evangelho de Mateus. Estes versículos fornecem uma visão do significado por trás do propósito de Jesus no cumprimento da Lei de Moisés. Esta passagem oferece um vislumbre da importância dos ensinamentos de Jesus e do significado do seu papel como cumprimento de antigas profecias. De forma concisa e influente, Jesus reafirma a relevância da Lei e dos Profetas, ao mesmo tempo em que destaca a necessidade de justiça que ultrapassa a dos líderes religiosos. Através destes versículos, Jesus lança as bases para os seus ensinamentos transformadores, enfatizando a importância de compreender o verdadeiro significado e intenções da Lei.

O que significa «cumprir» a lei?

Cumprir a lei é de extrema importância para compreender o significado de Jesus sobre a lei. Refere-se a completar, realizar ou cumprir o objetivo da lei. Na informação de fundo, revela-se que a Lei Mosaica, composta de mandamentos e instruções dadas aos israelitas no Antigo Testamento, serviu como um quadro moral e legal para suas vidas. No entanto, Jesus veio como o Messias para realizar um novo pacto e, ao fazê-lo, cumpriu a lei.

Jesus afirmou no Evangelho de Mateus que ele não veio para abolir a lei, mas para cumpri-la. Ele exemplificou isso ao aderir à lei e interpretá-la de uma forma que trouxe à tona seu verdadeiro significado e intenção. Jesus ensinou às pessoas que a lei vai além da mera observância externa e inclui o coração e os motivos por detrás das ações de cada um.

O significado do cumprimento da lei reside na capacidade de Cristo Jesus para encarnar e satisfazer perfeitamente os seus requisitos. Através da sua vida, morte e ressurreição, cumpriu as exigências da lei e proporcionou uma nova forma de a humanidade entrar numa relação correta com Deus. Ao aceitar Jesus como seu Salvador, os indivíduos não precisam mais confiar na estrita adesão à lei para a salvação, mas podem receber perdão e graça através da fé nele. Assim, o cumprimento da lei por Jesus é crucial para compreender o poder transformador da sua mensagem e missão.

No que diz respeito à obediência jurídica, é fundamental ir além do simples cumprimento da lei e ter em conta considerações éticas. A obediência jurídica refere-se à adesão a leis e regulamentos para evitar consequências legais, mas também deve abranger uma compreensão das implicações éticas mais amplas.

As considerações éticas vão além da mera legalidade, concentrando-se no que é moralmente correto e justo. Embora uma ação específica possa ser legal, ainda pode ser eticamente questionável. Assim, a obediência jurídica deve ter em conta o quadro ético mais vasto, avaliando se a ação se alinha com os princípios da equidade, da honestidade e do bem-estar social.

Compreender a intenção e o propósito por trás das leis e regulamentos é igualmente importante. As leis não são criadas arbitrariamente, mas destinam-se a servir um propósito particular e promover o bem comum. Ao compreender essas intenções e objetivos subjacentes, os indivíduos podem evitar má interpretação ou mau uso da lei. Tal compreensão capacita as pessoas a tomar decisões informadas que se alinhem com os requisitos legais e os princípios éticos.

Como Jesus cumpriu a lei de Moisés?

Jesus cumpriu a lei de Moisés ao cumprir seu duplo propósito: revelar a pecaminosidade humana e apontar as pessoas para a sua necessidade de um Salvador. A lei de Moisés, que consiste nos mandamentos e regulamentos encontrados no Antigo Testamento, foi dada por Deus ao povo de Israel através do profeta Moisés.

O objetivo da lei era duplo. Em primeiro lugar, serviu de padrão divino que mostrou às pessoas a sua incapacidade de obedecer perfeitamente aos mandamentos de Deus. Revelou a profundidade do pecado humano e a necessidade de redenção. Ninguém podia guardar a lei perfeitamente. por conseguinte, todos ficaram aquém dos padrões de Deus. Isto evidenciou a necessidade de perdão e de um meio de expiação.

Em segundo lugar, a lei prenunciava e apontava para a vinda de Jesus Cristo. Ele era o cumprimento da lei, o que significa que cumpria perfeitamente todos os requisitos dela. Jesus viveu uma vida sem pecado, totalmente obediente aos mandamentos de Deus. Cumpriu a exigência de justiça da lei que nenhum ser humano podia alcançar.

Ao cumprir a lei, Jesus não a aboliu, mas a completou. Ele declarou em Mateus 5:17: "Não pensem que vim abolir a Lei ou os Profetas; Não vim aboli-los, mas cumpri-los.» Através da sua vida, morte e ressurreição, Jesus tornou-se o último sacrifício pelo pecado, substituindo a necessidade de sacrifícios de animais exigida pela lei mosaica.

Jesus cumpriu a lei de Moisés, obedecendo perfeitamente às suas exigências e oferecendo-se a si mesmo como o último sacrifício pelo pecado. Cumpriu o propósito da lei ao revelar a pecaminosidade humana e ao apontar as pessoas para a sua necessidade de um Salvador. Jesus levou a lei à sua conclusão pretendida, permitindo que as pessoas se reconciliassem com Deus através da fé nEle.

Quem veio para cumprir o Antigo Testamento?

O Novo Testamento é muitas vezes considerado como o cumprimento do Antigo Testamento, com numerosas profecias, leis. Promete a sua conclusão na pessoa de Jesus Cristo e o estabelecimento da fé cristã. Neste artigo, exploraremos quem veio cumprir o Antigo Testamento, esclarecendo o significado deste cumprimento e o seu papel na compreensão cristã da salvação e do plano redentor de Deus para a humanidade.

Jesus Cristo:

No centro do cumprimento do Antigo Testamento pelo Novo Testamento está Jesus Cristo, que afirmou ser o Messias e o Filho de Deus há muito esperados. De acordo com os Evangelhos, Jesus afirmou a autoridade e a validade das escrituras do Antigo Testamento e declarou que ele não tinha vindo para abolir a Lei e os Profetas, mas para cumpri-los. Através de sua vida, ensinos, morte e ressurreição, Jesus trouxe a culminação das promessas e propósitos que Deus tinha revelado ao seu povo no Antigo Testamento. Ao viver uma vida sem pecado e oferecer-se como o sacrifício final pelo pecado, Jesus introduziu uma nova aliança e abriu o caminho para que a humanidade se reconciliasse com Deus.

A Importância do Cumprimento:

O conceito de cumprimento no Novo Testamento ressalta a continuidade entre o Antigo e o Novo Pactos, revelando a coerência divina e a intencionalidade ao longo da narrativa bíblica. O cumprimento do Antigo Testamento em Jesus Cristo destaca a fidelidade e a fiabilidade de Deus na realização das suas promessas delineadas nas escrituras antigas, confirmando que o plano de Deus para a salvação e a redenção foi realizado através de Jesus, estabelecendo-o como o Salvador há muito esperado e o cumprimento de várias profecias messiânicas. Compreender o cumprimento do Antigo Testamento em Jesus Cristo é essencial para compreender a mensagem central do cristianismo e o significado de sua vida, morte e ressurreição na realização da salvação e da vida eterna.

João Batista e seu papel no cumprimento das profecias

João Batista foi fundamental para cumprir a profecia e estabelecer o significado da chegada de Jesus. Como profeta, João declarou a vinda do Messias e preparou o caminho para o seu ministério. Isto cumpriu as antigas profecias das Escrituras, que falavam de um mensageiro que preparava o coração do povo para a chegada do Messias.

O significado de João reside na sua capacidade de colmatar o fosso entre o Antigo e o Novo Testamento. Cumpriu profecias do passado e lançou as bases para a abordagem de Jesus às Escrituras. Assim como João enfatizou a importância do arrependimento e de voltar-se para Deus, Jesus também sustentou e cumpriu as leis e profecias do Antigo Testamento.

Em seu ministério, João exibiu uma profunda compreensão das Escrituras. Ele proclamou: «Eu batizo-vos com água para arrependimento. Mas depois de mim vem aquele que é mais poderoso do que eu, cujas sandálias não sou digno de carregar. Ele batizar-vos-á com o Espírito Santo e fogo." (Mateus 3:11) Esta declaração alude às profecias encontradas no Antigo Testamento sobre a vinda do Messias e a sua obra de capacitação.

O papel de João Batista no cumprimento da profecia é um elo crucial entre as promessas do passado e o seu cumprimento em Jesus. Ao introduzir e preparar o caminho para o ministério de Jesus, João estabelece a importância da Escritura e a continuidade entre o Antigo e o Novo Testamento.

O verdadeiro significado por trás das palavras de Jesus em Mateus 5:17-18

Em Mateus 5:17-18, Jesus diz: «Não penseis que vim abolir a Lei ou os Profetas; Eu não vim para aboli-los, mas para cumpri-los. Digo-vos que, até que o céu e a terra desapareçam, nem a letra mais pequena, nem o menor traço de uma caneta, desaparecerão da Lei até que tudo seja cumprido.»

Estes versículos são muitas vezes mal compreendidos, levando a confusão sobre o que Jesus quis dizer quando disse que veio para cumprir a Lei e os Profetas. Alguns interpretam isso como significando que Jesus aboliu e substituiu as leis do Antigo Testamento por novas. No entanto, esta interpretação não é correta.

A chave para compreender o verdadeiro significado das palavras de Jesus reside na frase «cumpri-las». Jesus não veio para acabar com a Lei e os Profetas, mas para completá-los. Ele veio para pôr em prática a verdadeira essência e propósito dos ensinos do Antigo Testamento. Em vez de anular as leis anteriores, Jesus cumpriu-as ao encarnar perfeitamente suas intenções e cumprir suas exigências através de sua vida, morte e ressurreição.

Jesus esclarece que nem mesmo o mais ínfimo detalhe da Lei desaparecerá até que tudo seja cumprido. Salienta a natureza duradoura da Lei e dos Profetas até ao estabelecimento do reino de Deus na Terra. Por conseguinte, as palavras de Jesus em Mateus 5:17-18 afirmam a continuidade e o significado dos ensinamentos do Antigo Testamento, ao mesmo tempo que lançam luz sobre o seu cumprimento final nEle.

As palavras de Jesus em Mateus 5:17-18 não se destinavam a minar a importância da Lei e dos Profetas, mas sim a revelar o seu verdadeiro significado. Ele veio para cumprir, completar e demonstrar a verdadeira essência destes ensinamentos. É essencial reconhecer este verdadeiro significado para evitar mal-entendidos e apreciar a contínua relevância do Antigo Testamento na vida e nos ensinamentos de Jesus.

Jesus afastou-se da lei?

A questão de saber se Jesus aboliu a lei é controversa e profundamente teológica. Debruça-se sobre a relação entre o Antigo e o Novo Testamento, a natureza dos ensinamentos de Jesus e o papel do direito na vida de um cristão. Alguns argumentam que Jesus cumpriu a lei, tornando-a desnecessária, enquanto outros afirmam que ele reforçou a sua importância. Para explorar este tema, examinaremos várias passagens bíblicas, as interpretações dos teólogos e o contexto histórico, a fim de obter uma compreensão abrangente da relação de Jesus com a lei. Pretendemos esclarecer esta questão complexa e instigante ao fazê-lo.

A relação entre Jesus, a Lei do Pacto e os sacrifícios de animais

No contexto das informações de fundo, a relação entre Jesus, a lei da aliança e os sacrifícios de animais é significativa e interligada. A lei do pacto refere-se ao conjunto de leis e regulamentos estabelecidos por Deus na Bíblia hebraica para guiar a relação entre Deus e Seu povo. Estas leis abrangiam vários aspectos da vida diária, incluindo rituais religiosos e sacrifícios.

Os sacrifícios de animais eram parte integrante do sistema de aliança israelita, servindo para buscar perdão pelos pecados e reconciliar-se com Deus. No entanto, estes sacrifícios eram temporários e simbólicos, incapazes de oferecer expiação permanente pelos pecados. É aqui que Jesus entra na imagem.

De acordo com a crença cristã, Jesus é considerado o cumprimento da lei da aliança e o sacrifício final pelos pecados da humanidade. A sua vida, a sua morte e a sua ressurreição são vistas como o sacrifício perfeito que proporciona o perdão eterno e a reconciliação com Deus. Através de sua morte sacrificial, Jesus foi o último e último Cordeiro de Deus, cujo sangue expiou os pecados de todas as pessoas.

Por conseguinte, o papel de Jesus como Messias substitui a necessidade de sacrifícios de animais. O seu sacrifício representa uma nova aliança baseada na graça e na redenção, em vez da estrita adesão à lei mosaica. Jesus, cumprindo a lei da aliança e oferecendo-se a si mesmo como o sacrifício final, estabelece uma nova forma de os crentes se ligarem a Deus, estabelecendo, em última análise, uma relação pessoal com Ele.

Compreender os mandamentos carnais vs. mandamentos espirituais

O Sermão da Montanha, um ensino fundamental de Jesus Cristo, contém uma poderosa distinção entre mandamentos carnais e espirituais. Os mandamentos carnais concentram-se principalmente nas ações externas e na adesão à letra da lei. Em contraste, os mandamentos espirituais enfatizam o estado interior do coração e ultrapassam a mera observância das regras.

No Sermão da Montanha, Jesus revela o significado espiritual e a aplicação dos mandamentos, ultrapassando a estrita letra da lei. Por exemplo, Jesus afirma: «Ouvistes que foi dito: «Não cometerás adultério». Aqui, Jesus aborda o mandamento carnal contra o adultério físico. No entanto, Ele elucida o mandamento espiritual dizendo: «Mas eu digo-vos que quem olha para uma mulher com luxúria já cometeu adultério com ela no seu coração.» Jesus insta os Seus seguidores a concentrarem-se na intenção e nos desejos dos seus corações, e não apenas nas ações externas.

Jesus desafia seus discípulos a amarem seus amigos e inimigos, a darem a outra face quando confrontados com a agressão e a orarem por aqueles que os perseguem. Estes ensinamentos de Jesus demonstram o poder transformador dos mandamentos espirituais, apelando a uma mudança radical nas atitudes e acções, promovendo o amor, o perdão e a compaixão.

Os ensinamentos de Jesus Cristo no Sermão da Montanha destacam a distinção entre mandamentos carnais e espirituais. Ele revela o poderoso significado espiritual por trás dos mandamentos, enfatizando a importância das intenções, pensamentos e atitudes, em vez de mero cumprimento de regras externas. Ao abraçar estes mandamentos espirituais, os indivíduos podem experimentar um crescimento pessoal mais profundo e uma relação mais estreita com Deus.

Como é que a vida e o sacrifício perfeitos de Jesus satisfazem a nossa necessidade de redenção?

A vida e o sacrifício perfeitos de Jesus satisfazem perfeitamente a nossa necessidade de redenção, proporcionando a solução definitiva para o problema do pecado. A sua vida sem pecado é significativa porque nos mostra o que significa viver em perfeita obediência aos mandamentos de Deus. Num mundo cheio de quebras e desobediência, a vida de Jesus é um exemplo perfeito de justiça e santidade.

No entanto, a vida sem pecado de Jesus, por si só, não garante a nossa redenção. Através da sua morte expiatória na cruz, os nossos pecados são perdoados e reconciliamo-nos com Deus. A morte de Jesus é o sacrifício final, que satisfaz as exigências da justiça pelos nossos pecados. Seu sangue foi derramado para purificar-nos de toda injustiça e restaurar nossa relação com Deus.

Além disso, a morte e a ressurreição de Jesus cumprem a lei e o pacto de Deus com o seu povo. Com os seus muitos regulamentos e sacrifícios, a lei não podia trazer a verdadeira redenção. Jesus, como o cumprimento da lei, oferece um pacto melhor através de sua morte e ressurreição. Através de seu sacrifício, não estamos mais vinculados pela lei, mas somos libertados para viver pelo Espírito.

Esta liberdade do pecado capacita os crentes a viver uma vida que honra a Deus. Viver segundo o Espírito capacita-nos a resistir às tentações do pecado e a andar em justiça. A vida perfeita e o sacrifício perfeito de Jesus proporcionam a redenção e permitem-nos experimentar a verdadeira libertação do pecado e viver uma vida que traz glória a Deus.

A vida e o sacrifício perfeitos de Jesus satisfazem a nossa necessidade de redenção, demonstrando a obediência necessária e satisfazendo as exigências da justiça através da sua morte expiatória na cruz. Através da sua ressurreição, cumpre a lei e o pacto de Deus, permitindo que os crentes se reconciliem com Deus. Esta reconciliação permite-nos viver pelo Espírito e experimentar a verdadeira liberdade do pecado, viver uma vida que honra a Deus.

Conclusão

O significado de Jesus no cumprimento da lei não pode ser exagerado na fé cristã. Através da sua vida, dos seus ensinamentos, da sua morte e da sua ressurreição, Jesus realizou o que a lei não podia – proporcionando salvação a todos os que nele creem.

Jesus, como o Messias há muito esperado, veio cumprir a lei e as profecias do Antigo Testamento. Ele enfatizou a importância da lei, mas também foi além de sua mera observância, ensinando que a verdadeira justiça vai além das ações externas e começa no coração. Jesus encarnou o cumprimento da lei, conservando-a perfeitamente e oferecendo-se a si mesmo como sacrifício pelos pecados da humanidade.

A fé cristã está enraizada na crença de que Jesus é o salvador da humanidade. Através de sua morte sacrificial, ele pagou a penalidade por nossos pecados e fez um caminho para reconciliar-nos com Deus. Encontramos a salvação verdadeira e eterna ao aceitarmos Jesus como nosso salvador e seguirmos os seus ensinamentos.

Mais informações sobre Christian Pure

Inscreva-se agora para continuar a ler e ter acesso ao arquivo completo.

Continuar a ler

Partilhar com...