Divindade de Jesus
João 1:1
«No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.»
Reflexão: Este versículo afirma a existência eterna de Jesus e a sua divindade. Como Palavra, Jesus é co-igual e co-eterno com Deus Pai.
Colossenses 1:15
«Ele é a imagem do Deus invisível, o primogénito de toda a criação.»
Reflexão: Jesus revela perfeitamente a natureza e o caráter de Deus. Como primogénito, Ele detém a supremacia sobre toda a criação.
Hebreus 1:3
«Ele é o brilho da glória de Deus e a marca exata da sua natureza, e sustenta o universo pela palavra do seu poder.»
Reflexão: Jesus é o brilho da glória de Deus e a representação exata da sua natureza. Ele sustenta o universo com a sua palavra poderosa.
A humanidade de Jesus
Filipenses 2:7
«Mas nada fez a si mesmo, assumindo a forma de servo, nascendo à semelhança dos homens.»
Reflexão: Jesus, embora totalmente divino, humilhou-se e assumiu a natureza humana. Tornou-se um servo e identificou-se com a humanidade.
Hebreus 4:15
«Porque não temos um sumo sacerdote incapaz de compadecer-se das nossas fraquezas, mas sim um que, em todos os aspectos, foi tentado como nós, mas sem pecado.»
Reflexão: Jesus, na sua humanidade, pode simpatizar com as nossas fraquezas porque enfrentou as tentações tal como nós, mas manteve-se sem pecado.
1 João 4:2
«Nisto conheceis o Espírito de Deus: todo o espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne provém de Deus.»
Reflexão: Afirmar a encarnação de Jesus e a sua verdadeira humanidade é essencial para a fé cristã. Ele assumiu totalmente a carne humana e a natureza.
O Nascimento e a Vida Primitiva de Jesus
Mateus 1:23
«Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho, e chamar-lhe-ão Emanuel (que significa Deus connosco).»
Reflexão: O nascimento de Jesus cumpre a profecia de Isaías, significando que Ele é «Deus connosco». O seu nascimento virginal afirma a sua origem divina.
Lucas 2:52
«E Jesus aumentou em sabedoria, em estatura e em favor de Deus e do homem.»
Reflexão: Jesus, embora totalmente divino, experimentou o crescimento e o desenvolvimento humano. Cresceu em sabedoria e maturidade, tanto física como espiritualmente.
Mateus 2:11
«Entrando em casa, viram o menino com Maria, sua mãe, prostraram-se e adoraram-no. Depois, abrindo os seus tesouros, ofereceram-lhe presentes, ouro, incenso e mirra.»
Reflexão: Desde o seu nascimento, Jesus foi reconhecido como digno de adoração. Os dons dos magos simbolizam a sua realeza, divindade e morte sacrificial.
Ensinamentos e Milagres de Jesus
Mateus 7:28-29
«E quando Jesus terminou estas palavras, as multidões ficaram espantadas com o seu ensino, pois ele estava ensinando-os como alguém que tinha autoridade, e não como seus escribas.»
Reflexão: Os ensinamentos de Jesus tinham a autoridade divina e espantavam os seus ouvintes. Falava com sabedoria e poder que ultrapassavam os líderes religiosos de seu tempo.
João 6:35
«Jesus disse-lhes: «Eu sou o pão da vida; Quem vem a mim não terá fome, e quem crê em mim nunca terá sede.
Reflexão: Jesus declara-se a si mesmo como a fonte de sustento e satisfação espiritual. Só Ele pode satisfazer as necessidades mais profundas do coração humano.
Marcos 4:41
E encheram-se de grande temor e disseram uns aos outros: Quem é este, que até o vento e o mar lhe obedecem?
Reflexão: Os milagres de Jesus, como acalmar a tempestade, revelam a sua autoridade divina sobre a criação. O seu poder demonstra o seu senhorio e a sua divindade.
Morte e Ressurreição de Jesus
João 19:30
«Quando Jesus recebeu o vinho azedo, disse: «Está acabado», inclinou a cabeça e entregou o espírito.»
Reflexão: As últimas palavras de Jesus na cruz declaram o cumprimento da sua missão. A sua morte é o último sacrifício pelo pecado e o cumprimento do plano de redenção de Deus.
Romanos 5:8
«Mas Deus demonstra o seu amor por nós, na medida em que, enquanto ainda éramos pecadores, Cristo morreu por nós.»
Reflexão: A morte de Jesus na cruz é a demonstração suprema do amor de Deus pela humanidade pecadora. Morreu em nosso lugar, com o castigo dos nossos pecados.
1 Coríntios 15:3-4
«Porque vos entreguei, em primeiro lugar, o que também recebi: que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, que foi sepultado, que ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras.»
Reflexão: A morte, o enterro e a ressurreição de Jesus são centrais para o evangelho cristão. A sua ressurreição confirma a sua vitória sobre o pecado e a morte.
Ascensão e Exaltação de Jesus
Atos 1:9
«E, tendo dito estas coisas, enquanto olhavam, levantou-se, e uma nuvem o tirou da vista deles.»
Reflexão: Depois da sua ressurreição, Jesus subiu ao céu, o que significa a sua obra completa e o seu regresso à glória divina.
Efésios 1:20-21
«Que ele operou em Cristo quando o ressuscitou dos mortos e o sentou à sua direita nos lugares celestiais, muito acima de todo o domínio, autoridade, poder e domínio, e acima de todo o nome que é nomeado, não só nesta era, mas também na vindoura.»
Reflexão: Deus exaltou Jesus à mais alta posição de autoridade e poder, sentado à sua direita. Jesus reina sobre toda a criação.
Filipenses 2:9-11
«Portanto, Deus o exaltou e lhe concedeu o nome que está acima de todos os nomes, para que, ao nome de Jesus, todos os joelhos se inclinem, no céu, na terra e debaixo da terra, e todas as línguas confessem que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai.»
Reflexão: A exaltação de Jesus resulta no reconhecimento universal do seu senhorio. Toda a criação curvar-se-á perante Ele e confessará a Sua soberania.
A Segunda Vinda e o Julgamento de Jesus
Atos 1:11
«E disse: «Homens da Galileia, por que estão a olhar para o céu? Este Jesus, que dentre vós foi elevado ao céu, virá do mesmo modo como o vistes subir ao céu.»
Reflexão: Tal como Jesus subiu ao céu, Ele voltará em glória. A sua segunda vinda é a esperança e a antecipação cristã.
Mateus 25:31-32
«Quando o Filho do Homem vier na sua glória, e todos os anjos com ele, assentar-se-á no seu trono glorioso. Diante dele estarão reunidas todas as nações, e ele separará os povos uns dos outros, como um pastor separa as ovelhas dos bodes.
Reflexão: Jesus voltará como o Juiz justo, separando os justos dos injustos. O seu juízo será definitivo e justo.
Apocalipse 22:12
«Eis que venho em breve, trazendo comigo a minha recompensa, para retribuir a todos o que fizeram.»
Reflexão: A segunda vinda de Jesus traz a recompensa para os fiéis e as consequências para os injustos. Retribuirá a cada um segundo as suas obras.
O trabalho salvador de Jesus
João 3:16
«Porque Deus amou tanto o mundo, que deu o seu Filho único, a fim de que todos os que nele crêem não pereçam, mas tenham a vida eterna.»
Reflexão: A vinda e o sacrifício de Jesus são as últimas expressões do amor de Deus. A fé em Jesus é o caminho para a vida eterna.
Romanos 10:9
«Porque, se confessares com a tua boca que Jesus é o Senhor e creres no teu coração que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo.»
Reflexão: A salvação vem através da confissão de Jesus como Senhor e da fé na sua ressurreição. É uma questão de fé interior e de confissão exterior.
Efésios 2:8-9
«Porque pela graça sois salvos mediante a fé. E isto não é obra tua; é dom de Deus, não fruto de obras, para que ninguém se glorie.»
Reflexão: A salvação é um dom da graça de Deus, recebido através da fé em Jesus Cristo. Não é conquistada por obras humanas, mas é resultado do favor imerecido de Deus.
A relação de Jesus com os crentes
João 15:5
«Eu sou a videira; vós sois os ramos. Quem habita em mim e eu nele, é quem dá muito fruto, porque sem mim nada podeis fazer.
Reflexão: Jesus é a fonte da vida espiritual e da fecundidade. Os crentes devem permanecer nele e depender de seu poder para produzir frutos e viver eficazmente.
Mateus 28:20
«Ensinando-os a observar tudo o que vos ordenei. E eis que estou convosco todos os dias, até ao fim dos tempos.»
Reflexão: Jesus prometeu a sua presença permanente com os seus seguidores. Ele está sempre conosco, guiando-nos, capacitando-nos e sustentando-nos até o Seu retorno.
Apocalipse 3:20
«Eis que estou à porta e bato. Se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei e comerei com ele, e ele comigo.»
Reflexão: Jesus convida as pessoas a terem uma relação pessoal com Ele. Ele está pronto para entrar e irmanar-se com aqueles que lhe abrem o coração.
Estes 24 versículos proporcionam uma visão abrangente da identidade, da vida, dos ensinamentos, da morte, da ressurreição, da exaltação, da segunda vinda, da obra salvífica e da relação de Jesus com os crentes. Destacam a sua divindade, humanidade, autoridade, amor sacrificial e o seu papel central no plano de redenção de Deus. À medida que os teólogos cristãos refletem sobre estes versículos, eles reconhecem Jesus como o Filho divino de Deus, o Salvador do mundo e o Senhor de toda a criação, digno de adoração, confiança e obediência.
