Jesus aceita verdadeiramente a todos? Um mergulho profundo




  • Jesus aceita a todos, independentemente de seus antecedentes, erros ou falhas (João 3:16).
  • Ele exemplificou a aceitação em todas as interações e não discriminava com base na raça, sexo ou status social.
  • A aceitação de Jesus desafia as normas sociais e as expectativas religiosas ao derrubar barreiras e convidar todos a tornarem-se filhos de Deus.
  • Romanos 15:7 diz: "Aceitai-vos, pois, uns aos outros, assim como Cristo vos aceitou".
  • Experimentar a aceitação de Jesus traz esperança, conforto e redenção, e inspira-nos a amar e aceitar os outros.

Onde na Bíblia diz que Jesus aceitou a todos?

Os versículos bíblicos que demonstram que Jesus aceita a todos incluem João 3:16 e João 6:37. João 3:16 afirma: «Porque Deus amou tanto o mundo que deu o seu Filho único, que quem nele crê não perecerá, mas terá a vida eterna.» Este versículo mostra o amor e a aceitação incondicionais que Jesus oferece a todas as pessoas, independentemente da sua origem ou do seu passado.

Em João 6:37, Jesus diz: «Todos os que o Pai me der virão a mim, e quem quer que venha a mim, nunca os afastarei.» Este versículo sublinha a vontade de Jesus de aceitar qualquer pessoa que o procure com um coração genuíno.

Estes versículos são significativos para mostrar a aceitação de todos por parte de Jesus, porque enfatizam a inclusividade do seu amor e o convite aberto para que todos venham a Ele para a salvação. Demonstram que Jesus não discrimina nem afasta ninguém, mas os acolhe de braços abertos.

Em resumo, os principais pontos destes versos apoiam a ideia de que Jesus aceita todos, salientando o amor de Deus pelo mundo e a promessa de Jesus de nunca afastar ninguém que venha ter com ele. Estes versículos destacam a natureza universal da aceitação e da graça de Jesus, afirmando claramente que ele acolhe todos os que o procuram.

Aceitação por Jesus dos cobradores de impostos e dos pecadores

Nos Evangelhos, a aceitação de Jesus dos cobradores de impostos e dos pecadores é um tema central que destaca a sua compaixão e vontade de chegar aos que são considerados párias. Apesar do estigma social ligado aos cobradores de impostos, que eram muitas vezes conhecidos por sua corrupção e colaboração com as autoridades romanas, Jesus optou por jantar e associar-se a eles, exibindo uma mensagem de inclusividade e perdão. Esta aceitação radical dos que são rotulados como pecadores pôs em causa as normas religiosas da época e enfatizou a mensagem de amor e redenção de Jesus para todos. Suas ações foram um poderoso exemplo de alcançar as pessoas marginalizadas, oferecendo-lhes esperança e um caminho para a transformação espiritual. A aceitação de Jesus dos cobradores de impostos e dos pecadores ilustra poderosamente a sua mensagem duradoura de compaixão e o apelo universal ao arrependimento e à graça.

Lucas 19:1-10 – A história de Zaqueu, o cobrador de impostos

Em Lucas 19:1-10, somos apresentados a Zaqueu, um cobrador de impostos que sobe a uma árvore sicómora em seu desejo de ver Jesus. Jesus, consciente do coração de Zaqueu, chama-o para baixo da árvore e convida-o para a casa de Zaqueu. Este encontro com Jesus resulta numa mudança radical no coração e nas ações de Zaqueu. Compromete-se a dar metade dos seus bens aos pobres e a pagar quatro vezes mais a quem tiver traído.

Esta história reflete a missão de Cristo de procurar e salvar os perdidos, uma vez que Jesus procura intencionalmente Zaqueu, um cobrador de impostos desprezado, e realiza a sua salvação. Isto contrasta fortemente com a justiça própria dos escribas e fariseus, que criticam Jesus por associar-se com pecadores.

O significado desta história reside na manifestação do amor e do desejo de Deus de que todos tenham uma relação com Ele. Mostra que ninguém está além da graça de Deus e que a salvação está disponível para todos, independentemente das suas ações passadas ou da sua posição social. A história de Zaqueu é um exemplo poderoso de como o encontro com Jesus pode conduzir a uma mudança transformadora na vida de uma pessoa.

João 8 – Encontro de Jesus com a mulher apanhada em adultério

Em João 8, Jesus encontra uma mulher apanhada em adultério, e os escribas e fariseus levam-na até ele, tentando prendê-lo numa questão legal. Jesus responde com compaixão e sem julgamento, dizendo famosamente: «Quem dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro a atirar-lhe uma pedra» (João 8:7). Esta resposta põe em destaque o tema do perdão e do não-julgamento, uma vez que Jesus não condena a mulher, mas oferece-lhe uma oportunidade de redenção.

Os escribas e fariseus, rápidos em condenar e julgar, deixam um a um. Em seguida, Jesus diz à mulher: «Nem eu te condeno; vão-se, e a partir de agora não pequem mais" (João 8:11). Este momento enfatiza a mensagem de perdão e amor de Cristo e a sua capacidade de ver para além do pecado e das irregularidades.

Este encontro com a mulher apanhada em adultério reflete o conceito de amor e salvação de Deus, tal como discutido na informação de base. Mostra a vontade de Jesus de oferecer perdão e graça àqueles que pecaram, recordando-nos o poder da redenção através do amor de Deus.

Aceitação de Jesus aos samaritanos e aos párias

A aceitação de samaritanos e párias por Jesus foi um aspeto central do seu ministério que desafiou as normas sociais e demonstrou a inclusividade radical da sua mensagem. Apesar da divisão cultural entre judeus e samaritanos, Jesus envolveu-se com eles e mostrou compaixão por eles, derrubando barreiras e ilustrando seu amor por todas as pessoas. Esta aceitação estendia-se àqueles considerados párias, como os leprosos, os cobradores de impostos e os marginalizados. As ações e ensinamentos de Jesus salientaram que todos os indivíduos, independentemente da sua origem ou estatuto social, eram dignos do seu amor e da sua graça. Esta abordagem inclusiva e aceitante aos samaritanos e párias não só transformou a vida dos marginalizados, mas também serviu como um poderoso exemplo para seus seguidores imitarem.

João 4:8 – Conversa de Jesus com a samaritana no poço

Em João 4, Jesus encontra uma mulher samaritana em um poço, quebrando as normas culturais ao falar com ela como samaritanos e judeus normalmente não interagiam. Apesar das suas diferenças, Jesus envolve-a numa conversa, oferecendo-lhe, em última análise, «água viva» – um símbolo de realização espiritual. Esta oferta tem um significado significativo, uma vez que vai além da água física e fala às necessidades espirituais mais profundas da humanidade. Inicialmente, a mulher não compreende todo o significado da oferta de Jesus, mas, à medida que a conversa avança, percebe que Jesus é mais do que apenas um estranho no poço. Reconhece-o como o Messias, mostrando que, apesar das suas disparidades culturais e religiosas, a mensagem de Jesus transcende as fronteiras e fala da necessidade universal de nutrição espiritual e de salvação. Este encontro desafia as normas sociais e demonstra a mensagem inclusiva de Jesus de amor e salvação para todas as pessoas, independentemente da sua origem.

Lucas 5:31 – Resposta de Jesus às críticas por jantar com pecadores

Em Lucas 5:31, quando criticado por comer com pecadores, Jesus justificou suas ações afirmando: "Não são os saudáveis que precisam de um médico, mas os doentes. Não vim chamar os justos, mas os pecadores ao arrependimento.» Com esta resposta, Jesus destacou o contraste entre os justos e os pecadores e sublinhou a necessidade de os pecadores se arrependerem e se voltarem para Deus.

A escolha de Jesus de associar-se aos pecadores transmitiu uma poderosa mensagem de graça e redenção. Ao aproximar-se daqueles que a sociedade considera indignos ou injustos, Jesus demonstrou que ninguém está além do amor e do perdão de Deus. Suas ações mostraram que todos os indivíduos, independentemente de seus erros passados, têm a oportunidade de redenção através do arrependimento e da fé.

Através da sua resposta e das suas ações, Jesus transmitiu a mensagem de inclusividade e compaixão, desafiando as normas sociais e as expectativas de quem era digno do amor e da graça de Deus. Isto sublinhava o poder transformador da graça e a natureza abrangente do amor redentor de Deus.

Aceitação de Jesus Independentemente da aparência exterior ou estatuto social

A mensagem de amor e aceitação de Jesus transcende as aparências exteriores e o estatuto social. Durante todo o seu ministério, ele consistentemente mostrou compaixão e aceitação a todas as pessoas, independentemente de sua origem ou posição social. Quer se tratasse de alcançar os párias, curar os doentes ou jantar com pecadores, Jesus exemplificou uma aceitação radical que ia contra as normas de seu tempo. Seus ensinamentos e ações servem como um poderoso lembrete do valor de cada indivíduo e da importância de olhar além das aparências para ver o valor e a dignidade de todas as pessoas.

Mateus 28:19 – A Grande Comissão para partilhar o Evangelho com todas as nações

A Grande Comissão encontrada em Mateus 28:19 é uma ordem clara de Jesus aos Seus seguidores para irem e fazerem discípulos de todas as nações, partilhando o Evangelho com todos. Esta tarefa é de extrema importância, pois é como as pessoas podem vir a conhecer e aceitar a graça salvadora de Jesus Cristo. O Evangelho traz esperança, perdão e vida eterna a todos os que crêem, e destina-se a ser partilhado com todos, independentemente da nacionalidade, raça ou origem.

Ao cumprir este mandamento, os crentes podem consolar-se com a promessa do Espírito Santo, que os capacita e os guia em sua tarefa. A certeza do regresso de Jesus à igreja motiva e encoraja ainda mais os crentes a continuarem a partilhar o Evangelho, sabendo que o seu trabalho não é em vão.

O convite para todos virem e receberem o dom da água da vida é uma mensagem que precisa ser proclamada até os confins da terra. No entanto, esta tarefa exige uma verdadeira fé no poder de Deus para realizar a sua vontade. Não é pela nossa força, mas pelo Espírito Santo que opera através de nós, que o Evangelho pode chegar a todas as nações.

Em obediência à Grande Comissão, os crentes são chamados a ter uma verdadeira fé no poder de Deus e a proclamar corajosamente o Evangelho, sabendo que Deus é fiel ao cumprimento das suas promessas.

Mateus 5:3 - Bênção pronunciada aos pobres de espírito

Em Mateus 5:3, Jesus pronuncia uma bênção sobre os pobres de espírito, dizendo: «Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus.» Esta bênção está em consonância com os ensinamentos de Jesus sobre a fé, o Espírito Santo e o convite a vir ter com ele para descansar. Ser pobre de espírito reflete uma confiança profunda em Deus e reconhecer a nossa necessidade dEle. Significa um coração humilde e rendido que reconhece a nossa pobreza espiritual e dependência de Deus para tudo.

Esta atitude de ser pobre de espírito reflete uma confiança poderosa em Deus e uma vontade de submeter-se à Sua vontade, permitindo que o Espírito Santo opere dentro de nós. Alinha-se com o apelo de Jesus à intimidade e ao discipulado, uma vez que exige que cheguemos a Ele com um coração aberto e humilde, prontos a aprender e a seguir os seus ensinamentos.

Ao abraçar esta atitude de ser pobre de espírito, convidamos o Espírito Santo a trabalhar em nossas vidas, moldando-nos em discípulos que estão profundamente ligados a Deus e dispostos a andar em obediência. Ao fazê-lo, abrimo-nos para receber a bênção do reino dos céus e experimentar o resto que Jesus promete àqueles que vêm a Ele em humildade e fé.

Mateus 9:10 – Jesus come com cobradores de impostos e pecadores

Jesus desafiou as normas sociais ao comer com cobradores de impostos e pecadores, um grupo considerado indigno e impuro pelas autoridades religiosas de seu tempo. Em Mateus 9:10, Jesus foi criticado por comer com cobradores de impostos e pecadores, mas viu o seu valor e potencial para a redenção. Um exemplo é Mateus, um cobrador de impostos, a quem Jesus chamou para segui-lo, mostrando sua visão redentora para aqueles considerados párias. Outro exemplo é Zaqueu, um cobrador de impostos desprezado, com quem Jesus escolheu jantar, levando-o à sua transformação e ao compromisso de reparar os seus erros.

Ao escolher associar-se com cobradores de impostos e pecadores, Jesus demonstrou sua mensagem de misericórdia, compaixão e a natureza inclusiva de seu ministério. Estas interações desafiaram os preconceitos sociais e sublinharam o apelo de Jesus para que todos recebam a redenção e a graça. O impacto da escolha da empresa por parte de Jesus foi transformador, uma vez que indivíduos como Mateus e Zaqueu sofreram mudanças poderosas e a sociedade em geral foi confrontada com o poder do amor e da aceitação.

Ao comer com cobradores de impostos e pecadores, Jesus modelou uma visão radical e redentora, chamando todos a segui-lo ao abraçar aqueles considerados indignos pelos padrões sociais.

Exemplos da aceitação de Deus através de Cristo Jesus

Na crença cristã, a aceitação de Deus através de Cristo Jesus é fundamental. É a ideia de que, através do sacrifício de Cristo, Deus aceita e perdoa a humanidade, permitindo que as pessoas tenham uma relação com Ele. Este conceito é central para a fé cristã e é uma demonstração poderosa do amor e da graça de Deus. Ao longo da história e nos tempos modernos, houve numerosos exemplos de pessoas que experimentaram a aceitação de Deus através de Cristo Jesus, que fortaleceram a sua fé e inspiraram outros. Estes exemplos podem ser encontrados em testemunhos pessoais, histórias de perdão e transformação, e na vida daqueles que encontraram paz e propósito através de sua relação com Deus. Este conceito continua a ser uma fonte de esperança e conforto para muitos crentes, proporcionando um forte sentido do amor e da aceitação de Deus nas suas vidas.

João 3:16-17 – O amor de Deus pelo mundo e a salvação através da crença no seu Filho

Em João 3:16-17, destaca-se o amor de Deus pelo mundo e a salvação através da crença no seu Filho. Diz: «Porque Deus amou o mundo de tal modo que deu o seu Filho único, que quem nele crer não perecerá, mas terá a vida eterna. Porque Deus não enviou o seu Filho ao mundo para condenar o mundo, mas para salvar o mundo através dele.»

Estes versículos sublinham o imenso amor de Deus pelo mundo, ao ponto de dar o seu único Filho para o salvar. Também enfatiza que Jesus não foi enviado para condenar o mundo, mas para oferecer a salvação. O requisito para a vida eterna é a crença em Jesus, como indicado pela frase, "quem crer nele terá a vida eterna".

João 3:16-17 destaca o tema central do amor de Deus pela humanidade e da provisão da salvação através da fé em Jesus Cristo. Enfatiza o incrível sacrifício de Deus ao dar seu Filho para a salvação do mundo e a importância da crença em Jesus para receber a vida eterna. Esta passagem sublinha a incrível magnitude do amor de Deus e a possibilidade de salvação através da crença no seu Filho.

Lucas 7:36-50 – Jesus estendeu o perdão a uma mulher pecadora

Em Lucas 7:36-50, Jesus estendeu o perdão a uma mulher pecadora, mostrando-lhe aceitação e amor por ela, apesar de seu pecado. A mulher, conhecida na passagem como pecadora, entrou na casa onde Jesus jantava e começou a lavar os pés com as lágrimas, ungindo-os com unguento. Apesar do julgamento e da crítica dos presentes, Jesus mostrou-lhe amor e aceitação, finalmente perdoando-lhe os pecados. Reconheceu-lhe o arrependimento genuíno e a fé, reconhecendo que seus pecados foram perdoados.

Em resultado do perdão e da aceitação de Jesus, ocorreu uma transformação na vida da mulher. Viveu uma libertação recém-descoberta do peso dos seus pecados e encontrou a graça e a misericórdia sem limites de Jesus. Este encontro com Jesus levou-a a uma vida de gratidão e devoção a Ele.

Uma lição-chave que podemos aprender deste encontro é a graça e misericórdia ilimitadas de Jesus para com os pecadores. Destaca a vontade de Jesus de perdoar e aceitar aqueles que vêm a Ele em arrependimento genuíno. Ensina-nos também a importância de demonstrar amor e compaixão para com aqueles que são vistos como párias ou pecadores. A passagem demonstra o poder transformador da graça de Jesus na vida daqueles que o procuram.

Mais informações sobre Christian Pure

Inscreva-se agora para continuar a ler e ter acesso ao arquivo completo.

Continuar a ler

Partilhar com...