Por que a ressurreição é fundamental para o cristianismo




  • A ressurreição de Jesus é uma pedra angular da crença cristã, que ilustra o poder de Deus sobre a vida e a morte.
  • Foi através da natureza sem pecado de Cristo Jesus que Ele venceu a morte, oferecendo aos crentes os meios para a vencerem.
  • A ressurreição é um testemunho do amor e da misericórdia sem limites de Deus, oferecendo-nos o perdão e a vida eterna.
  • Na ressurreição de Jesus, encontramos a promessa de vitória sobre as trevas e o desespero, e a esperança de consequências eternas.
  • Junte-se a nós enquanto exploramos o significado da ressurreição de Jesus, a base da nossa fé cristã e a vitória sobre a morte que ela oferece.

I. Introdução: É mais do que um evento – é a pedra angular da vossa fé!

A história de Jesus Cristo está cheia de tantos momentos maravilhosos e poderosos! Pensai no Seu nascimento milagroso, nos Seus ensinamentos que mudam a vida, nos milagres compassivos que Ele realizou e no Seu sacrifício final na cruz. No entanto, há um acontecimento que brilha mais do que todos, não tão importante como o alicerce absoluto, o próprio fundamento sobre o qual toda a nossa fé cristã se baseia: A Ressurreição gloriosa de Jesus Cristo! Esta não é apenas uma história antiga ou uma lenda inspiradora, meus amigos. É o momento crucial que dá vida, esperança e significado incrível a cada parte daquilo em que acreditamos e à forma como vivemos como cristãos. É o derradeiro fator de mudança, o ato divino que transformou a tristeza mais profunda numa alegria eterna!

Um amanhecer mais brilhante para o teu coração

Imaginem um mundo onde o sol nunca nasceu depois da noite mais escura. Para nós, cristãos, um mundo sem a Ressurreição sentir-se-ia exatamente assim – a nossa fé estaria numa espécie de crepúsculo, uma esperança que só poderíamos sussurrar, mas que nunca conseguiríamos alcançar plenamente. Mas porque Ele ressuscitou, nossos corações estão inundados de uma luz inabalável, uma esperança que olha a morte nos olhos e promete um futuro cheio de glória! 1 Não se trata apenas de uma ilusão; é uma esperança ancorada num acontecimento tão poderoso que atravessou a própria morte. A Ressurreição é a pedra angular da nossa fé cristã, o fundamento que faz com que tudo o resto permaneça forte e verdadeiro. Sem isso, mesmo as nossas crenças mais queridas simplesmente desmoronar-se-iam. Não é só importante; é, em todos os sentidos, tudo.

Vamos fazer uma viagem juntos e explorar todas as razões surpreendentes pelas quais este evento único tem um significado incrível. Veremos o que a Bíblia declara, o que a história nos mostra e, mais importante ainda, o que a Ressurreição significa para nós, aqui mesmo, à medida que procuramos compreender o seu incrível poder.

II. O que exatamente é a Ressurreição, e por que é o batimento cardíaco da nossa fé?

Então, o que queremos dizer com a Ressurreição? Na sua essência, é a incrível verdade de que Jesus Cristo, depois de ter sido crucificado, depois de morrer e depois de ter sido colocado num túmulo, voltou à vida num corpo real, físico e glorificado no terceiro dia! 3 Isto não era como quando Lázaro foi ressuscitado por Jesus, apenas para morrer novamente mais tarde. Não, a ressurreição de Jesus foi uma transformação completa num novo tipo de vida eterna, um corpo que nunca mais voltaria a enfrentar a morte. 4 Compreender esta diferença é tão importante para compreender o quão único e central é verdadeiramente a ressurreição de Cristo.

O grande «sim» de Deus a Jesus

Pensem na Ressurreição como o «Sim» definido e retumbante de Deus Pai a tudo o que Jesus disse e fez — toda a sua vida, o seu ministério e o seu sacrifício. É a declaração poderosa e inequívoca do Pai de que Jesus é o seu Filho amado, que o seu sacrifício pelos pecados do mundo foi aceite e que todas as afirmações de Jesus sobre si mesmo eram absolutamente verdadeiras! 5 Vemos que, sem a Ressurreição, a morte de Jesus na cruz seria apenas um triste fim, um homem bom morreria sem esse selo divino de aprovação. 7 A cruz, por si só, pode parecer uma derrota. Mas a Ressurreição muda toda a imagem! Mostra a cruz como uma poderosa vitória sobre o pecado e a morte. É o próprio comentário de Deus, que declara o seu poder salvífico. Este gesto divino dá sentido e poder ao sofrimento e à morte de Jesus, transformando-o de um símbolo de desespero na fonte da nossa esperança.

O motor da nossa salvação

A Ressurreição não é apenas uma prova sobre Jesus; é o próprio motor que impulsiona a nossa salvação! É através da sua vitória triunfante sobre a morte que todos podemos ser salvos da consequência final do pecado e da finalidade da morte. 7 A Ressurreição é o grande final da história do sofrimento e da morte de Jesus — aquilo a que chamamos Paixão — em todos os quatro Evangelhos, precisamente porque está no cerne do incrível plano de Deus para nos redimir. 7 É absolutamente essencial para o Evangelho, para as boas novas, que nós, cristãos, partilhemos com o mundo. Se tentarmos minimizar sua realidade histórica ou sua incrível importância, transformamos o cristianismo em algo que nunca foi destinado a ser.

O local de nascimento da Igreja

A crença em Cristo ressuscitado é o próprio acontecimento que lançou a Igreja cristã. Sem a Ressurreição, os apóstolos não teriam sido transformados de seguidores medrosos em testemunhas ousadas. Não teria havido nenhuma mensagem de esperança para partilhar e, portanto, nenhuma base para a igreja ser construída sobre. 7 Todo o movimento cristão, que há milhares de anos toca a vida e atravessa todas as barreiras culturais, encontra o seu ponto de partida no poder explosivo daquela primeira manhã de Páscoa. O impacto da Ressurreição estende-se para além do Domingo de Páscoa, na medida em que prepara o terreno para os acontecimentos que antecedem aquele momento crucial, incluindo o O significado da Terça-Feira Santa no Cristianismo. Neste dia, Jesus ensinou lições importantes e enfrentou uma oposição crescente, ressaltando a urgência de sua mensagem. Cada acto de fé subsequente dos primeiros crentes carregava o peso daquele acontecimento transformador, forjando um caminho para um movimento que resistisse à prova do tempo.

Portanto, a Ressurreição é como a chave mestra que desbloqueia o verdadeiro significado de tudo o que Jesus disse e fez. Mostra-nos o verdadeiro significado da sua vida, dos seus ensinamentos, da sua morte e do seu trabalho contínuo no nosso mundo de hoje.

III. E se Jesus estivesse no túmulo? (E porque é que estamos tão contentes por ele não o ter feito!)

Para compreendermos verdadeiramente o quão crucial é a Ressurreição, imaginemos por um momento a alternativa devastadora: E se Jesus Cristo fizesse não Ressuscitar dos mortos? O apóstolo Paulo, na sua primeira carta à Igreja de Corinto, aborda esta mesma questão com espantosa honestidade. Ele pinta um quadro do que isso significaria, e é um quadro sombrio.

A nossa fé estaria vazia – Palavras poderosas de Paulo

Em 1 Coríntios capítulo 15, muitas vezes chamado de "Capítulo da Ressurreição", Paulo expõe tudo. Diz diretamente que, se Cristo não ressuscitou, toda a nossa pregação cristã é inútil e a nossa própria fé é fútil, vazia e inútil. 9 Não lhe dá guloseimas! Ele quer que compreendamos que toda a nossa maneira de ver o mundo depende completamente deste único acontecimento. Se o evento principal não for verdade, então tudo o que nele foi construído desmorona-se. Os cristãos, nesse caso, estariam agarrados a uma esperança oca, tornando a nossa fé apenas um exercício vazio. 9

Continuamos a carregar os nossos pecados

Uma crença fundamental para nós, cristãos, é que a morte de Jesus pagou o preço pelos nossos pecados. Mas Paulo argumenta que sem a Ressurreição, não temos nenhuma prova de que este sacrifício foi aceito por Deus, nenhuma prova de que o pecado e a morte foram verdadeiramente derrotados. 10 Se Jesus permanecesse na sepultura, significaria que a obra da salvação não estava terminada, que a justiça de Deus não tinha sido satisfeita. E isso significaria que ainda estaríamos nos nossos pecados, carregando todo o peso e a penalidade de tudo o que fizemos de errado. 9 A Ressurreição é como o recebimento divino de Deus, provando que a dívida foi paga na totalidade!

Uma mensagem sem poder, uma vida sem esperança verdadeira

Se Jesus é apenas um herói morto, por mais boas que fossem as suas intenções, a mensagem cristã perde todo o seu poder de mudar vidas. Seria apenas uma coleção de boas ideias, uma filosofia de um homem que, em última análise, não conseguiu superar as mesmas coisas contra as quais lutou. 7 Nesse caso, como Paulo afirma de forma tão clara, os cristãos teriam «mais pena do que qualquer outra pessoa no mundo». 9 Estaríamos a basear as nossas vidas, as nossas esperanças e os nossos futuros eternos em algo que não era verdade, fazendo da nossa devoção um erro triste. A ausência da Ressurreição significaria que os nossos pecados não são pagos, o que, por sua vez, tornaria a nossa fé inútil, conduzindo a uma vida e mensagem cristãs sem sentido.

Promessas em que não podíamos confiar

Jesus disse muitas vezes às pessoas que morreria e depois ressuscitaria. 7 Esta era a sua afirmação mais espantosa e ousada. Se Ele não cumpriu esta promessa central, se ficou no túmulo, por que acreditaríamos em qualquer outra coisa que Ele dissesse? Como podemos confiar em suas promessas sobre o perdão, a vida eterna ou o Reino de Deus, se sua maior profecia acabou por ser falsa? 7 A Ressurreição prova que as suas palavras eram verdadeiras. A sua ausência torná-los-ia questionáveis.

Pensar nesta sombria alternativa ajuda-nos realmente a perceber por que razão a Ressurreição não é apenas um extra opcional para a crença cristã. É o próprio sangue vital. Faz-nos compreender que toda a estrutura da esperança, do significado e da salvação cristã se apoia firmemente na verdade histórica do sepulcro vazio e de Cristo ressuscitado.

IV. Como a ressurreição prova que Jesus é exatamente quem disse que era!

A Ressurreição de Jesus Cristo não é apenas um milagre surpreendente; é como a assinatura final de Deus na vida de Jesus e em todas as suas reivindicações. Serve como prova inegável, do nosso ponto de vista cristão, de que Jesus é precisamente quem Ele declarou ser.

O último «sim!» à sua identidade divina

Durante todo o seu ministério, Jesus disse coisas que eram surpreendentes e, para muitas pessoas naquela época, até chocantes. Ele reivindicou uma autoridade que pertencia apenas a Deus, perdoar pecados, falar de Deus como seu Pai de uma forma que ninguém mais tinha, e dizer que Ele era o caminho, a verdade e a vida. A Ressurreição é a poderosa confirmação de todas estas reivindicações por parte de Deus Pai! Ao ressuscitar Jesus dos mortos, Deus declarou que Jesus é o poderoso Filho de Deus, o Messias prometido, e o legítimo Senhor de todos os que venceram a própria morte! 5 Prever a tua própria morte e ressurreição e depois fazê-lo, o que demonstra um poder sobre a vida e a morte que aponta diretamente para o poder e a identidade divinas de Deus. Isto muda a forma como vemos Jesus, de apenas uma figura histórica ou um sábio mestre para o nosso divino Senhor.

Podem confiar nas suas promessas!

Como vimos, Jesus não se limitou a deixar que a morte lhe acontecesse; Ele predisse-o, juntamente com a sua ressurreição, muitas vezes. 7 Por exemplo, falou do «sinal de Jonas», comparando os seus três dias no sepulcro com os três dias de Jonas no grande peixe (Mateus 12:40). Disse claramente aos seus discípulos que seria morto e ressuscitaria ao terceiro dia (Mateus 16:21). O facto de Ele ter cumprido esta promessa incrível e verificável dá tanta credibilidade a todos os seus outros ensinamentos e promessas. 7 Se Ele era verdadeiro nesta coisa mais espantosa, isso nos dá uma razão profunda para confiar em tudo o mais que Ele disse sobre Deus, a salvação e o Reino vindouro.

Mais do que um bom professor: É o Senhor!

O grande escritor C.S. Lewis argumentou famosamente que, devido às afirmações de Jesus, Ele não podia ser apenas um grande professor de moral. Ele tinha que ser um mentiroso (que sabiamente enganava as pessoas), um lunático (que sinceramente acreditava em coisas falsas sobre ser Deus), ou Senhor. A Ressurreição dá-nos as provas mais poderosas da opção «Senhor». 7 Um «Senhor» morto não faz sentido. Um professor que afirma ser Deus, mas permanece na sepultura, ou está enganado ou tenta enganar as pessoas. Mas um professor que afirma ser Deus, prediz a sua ressurreição, e depois claramente vence a morte apresenta um caso poderoso para o seu senhorio. A Ressurreição inclina as balanças decisivamente, afirmando-lhe a autoridade divina e a veracidade. Esta compreensão vai além da simples maravilha de um milagre, para uma confiança profunda e permanente na pessoa de Jesus e na autoridade divina da sua mensagem, exigindo não só um acordo intelectual, mas uma vida transformada pela obediência a Ele.

V. O que ensinaram os primeiros líderes da Igreja sobre o poder da ressurreição?

Logo desde o início, depois dos Apóstolos, os líderes e pensadores da Igreja Cristã – muitas vezes os chamamos de Padres da Igreja – afirmaram de forma consistente e sem qualquer dúvida a ressurreição literal e corporal de Jesus Cristo e a sua importância absoluta para a nossa fé. Não se tratava de uma ideia que se desenvolvesse lentamente ou que fosse debatida; Não, era uma verdade fundamental, recebida diretamente dos Apóstolos e valorizada como o próprio coração do Evangelho. Quando lemos o que eles escreveram, vemos que eles tinham uma compreensão profunda do que a Ressurreição significava para as nossas crenças e para as nossas vidas.

Aqui estão algumas coisas-chave que ensinaram:

  • Um vislumbre da nossa própria ressurreição futura: Um grande tema para eles foi que a ressurreição de Cristo é como as «primícias» – a primeira e perfeita amostra da maravilhosa colheita que está por vir. A sua ressurreição dos mortos é a nossa garantia e o padrão para a futura ressurreição corporal de todos os que crêem nEle. O Papa São Clemente I de Roma, escrevendo no final do primeiro século, realmente enfatizou isso. Disse que o Mestre está sempre a provar-nos que haverá uma ressurreição futura, «da qual fez do Senhor Jesus Cristo o primogénito, ressuscitando-o dos mortos». 11 Este ensinamento deu tanta esperança pessoal aos primeiros cristãos, assegurando-lhes que a morte não era o fim.
  • Rosa num corpo real! Os Padres da Igreja estavam muito claros de que Jesus ressuscitou. fisicamente e corporais, Não apenas como um espírito ou uma ideia. Santo Inácio de Antioquia, no início do século II, defendeu apaixonadamente a natureza corporal da ressurreição de Cristo. Recordou às pessoas como Jesus ressuscitado convidou os seus discípulos a tocá-lo para provar que não era apenas um «demónio sem corpo». 11 Isto era tão importante, muitas vezes porque algumas filosofias na altura desprezavam o corpo físico. Eles ensinaram que, assim como Cristo ressuscitou na carne, nós também receberíamos nossa recompensa e vida futura em um corpo ressuscitado e glorificado. 11 Não se tratou apenas de um ponto abstrato; era uma defesa de quão boa é a criação de Deus e de como a salvação toca cada parte de nós, contrariando ideias que viam a matéria física como má.
  • A vitória sobre a morte, as trevas e todo o mal! A Ressurreição foi proclamada como o triunfo decisivo e definitivo de Cristo sobre todas as forças do mal, da decadência e das trevas. São João Crisóstomo, no século IV, pregou famosamente em seu Sermão da Páscoa: «Ó Morte, onde está a tua picada? Ó inferno, onde está a tua vitória? Cristo ressuscitou e vós sois derrubados. Cristo ressuscitou e os demónios caíram.» 11 Esta linguagem poderosa e agitada capturou o enorme alcance cósmico da vitória de Cristo, assegurando aos crentes que partilhavam este triunfo sobre os seus inimigos finais.
  • A ligação do Espírito Santo: A experiência vibrante do Espírito Santo da Igreja primitiva foi vista como um resultado direto e uma confirmação tangível da ressurreição de Jesus e da sua elevação à mão direita de Deus. Como lemos nos Atos dos Apóstolos, Pedro declarou no dia de Pentecostes que, porque Deus ressuscitou Jesus e o exaltou, Jesus recebeu do Pai o Espírito Santo prometido e o derramou sobre todos os crentes. 12 Porque o apóstolo Paulo e os primórdios do Espírito Santo que neles viviam eram como a «primeira prestação» ou garantia da sua própria vida de ressurreição, selando-os para o dia da redenção. 12 A presença e o poder do Espírito nas suas vidas foram um testemunho de que Jesus ressuscitou e viveu!

Estes ensinamentos, transmitidos através de gerações, consolidaram o lugar da Ressurreição como o núcleo não negociável da verdadeira crença cristã. A ênfase na Ressurreição não só unifica várias denominações, mas também destaca as diferenças essenciais nas doutrinas fundamentais. Por exemplo, as discussões que cercam os conceitos de salvação e dons espirituais revelam contrastes notáveis, como no debate de Crenças batistas vs Assembleias de Deus. Estas diferentes perspetivas moldam a compreensão e a expressão da fé na comunidade cristã em geral.

Quadro: O que os primeiros líderes da Igreja ensinaram sobre a ressurreição

Pai da IgrejaEnsino-chave sobre a RessurreiçãoO que significa para nós hoje
Papa São Clemente I de RomaCristo é o «primeiro» da ressurreição, mostrando-nos que a nossa futura ressurreição está a chegar\! 11A nossa futura ressurreição corporal é certa e será como a de Cristo.
Santo Inácio de AntioquiaSublinhou o corporais natureza da ressurreição de Cristo; Foi tocado e comeu. 11Isto luta contra ideias puramente espirituais. confirma a bondade do nosso corpo físico e a realidade de uma ressurreição física.
São João CrisóstomoA ressurreição de Cristo é a derrota final da Morte, do Inferno e dos demónios. 11Partilhamos a vitória final de Cristo sobre as forças do mal e o medo da morte\!
São Metódio do OlimpoEle usou exemplos (como Jonas) para mostrar a ressurreição como o início de uma nova era. 11A nossa ressurreição marca um novo começo, uma transformação numa nova forma de existir, não apenas uma repetição do antigo.
Santo AgostinhoDeus restituirá a nossa carne, Quem somos será preservado na ressurreição. 11Ainda seremos nós mesmos na ressurreição, mas aperfeiçoados e íntegros.
Apóstolo Pedro (em Atos)O Espírito Santo foi derramado porque Jesus ressuscitou e ergueu-se alto. 12A contínua presença e obra do Espírito Santo na nossa vida de hoje é um testemunho actual da realidade da Ressurreição\!

A mensagem coerente destes primeiros líderes cristãos mostra-nos que a Ressurreição foi entendida desde o início como o acontecimento que define a nossa fé cristã e a nossa esperança.

VI. Que provas históricas temos para a ressurreição?

O cristianismo faz uma afirmação que é bastante única entre as religiões mundiais: as suas crenças fundamentais não se baseiam apenas em boas ideias filosóficas, bons ensinamentos éticos ou mitos intemporais. Em vez disso, baseiam-se em acontecimentos que se diz terem acontecido na história humana real e verificável! 3 A Ressurreição de Jesus é apresentada no Novo Testamento não como algo em que se tem de acreditar cegamente, mas como um acontecimento histórico que tem provas que a sustentam. 6 A fé é absolutamente essencial para compreender o seu significado espiritual; a própria reivindicação histórica convida-nos a dar uma olhada. Mesmo algumas pessoas que são céticas admitem que fortes argumentos históricos podem ser feitos para a Ressurreição, achando-a uma explicação credível para aqueles que já acreditam que Deus existe. 6

Tantas pessoas o viram! O poder das testemunhas oculares

Uma grande linha de provas é todo o testemunho de testemunhas oculares registrado no Novo Testamento. Muitas pessoas diferentes e diversos grupos afirmaram ter visto Jesus vivo depois de sua crucificação e sepultamento. Estas aparições teriam acontecido em vários lugares, em momentos diferentes, e durante um período de várias semanas. 13

O apóstolo Paulo, escrevendo apenas cerca de 25 anos após estes acontecimentos, enumera várias testemunhas-chave no que é considerado uma declaração de crença cristã muito precoce (1 Coríntios 15:3-8). Esta lista inclui aparições a Cefas (que é Pedro), depois aos Doze discípulos, depois a mais de 500 irmãos e irmãs de uma só vez (a maioria dos quais ainda estava viva quando Paulo escreveu!), depois a Tiago (irmão do próprio Jesus, que inicialmente era cético), depois a todos os apóstolos e, finalmente, ao próprio Paulo. 14 Os Evangelhos acrescentam ainda mais relatos, incluindo aparições a Maria Madalena e outras mulheres, a dois discípulos no caminho de Emaús e aos discípulos junto ao Mar da Galileia. 13 No total, o Novo Testamento registra pelo menos dez vezes diferentes que Jesus apareceu a mais de quinhentas pessoas! 14

É muito interessante que as mulheres, especialmente Maria Madalena, tenham sido as primeiras testemunhas. 14 Na cultura judaica do primeiro século, o testemunho de uma mulher não tinha normalmente o mesmo peso que o de um homem. Se a história fosse inventada mais tarde, é pouco provável que as mulheres tivessem sido apresentadas como as primeiras e mais importantes testemunhas. Este detalhe faz as contas parecerem mais autênticas.

O túmulo estava vazio!

Outra prova importante é o túmulo vazio. 13 Jesus foi sepultado num túmulo conhecido, pertencente a José de Arimateia, que era membro do Sinédrio (o conselho governante judaico). 16 O túmulo foi selado e, segundo o Evangelho de Mateus, guardado por soldados romanos. As autoridades judaicas pediram esta guarda porque tinham medo que os discípulos tentassem roubar o corpo. 13 Mas, apesar de todas estas precauções, o túmulo foi encontrado vazio no terceiro dia. As roupas da sepultura foram supostamente deixadas para trás, bem dobradas, e a enorme pedra que selava a entrada foi rolada. 13

As autoridades, que tinham todos os motivos para refutar as alegações dos discípulos de que Jesus tinha ressuscitado, nunca foram capazes de produzir o corpo de Jesus. 13 Se o tivessem feito, o crescente movimento cristão teria sido interrompido. O túmulo vazio, ali mesmo na cidade onde Jesus foi crucificado e sepultado, tornou-se uma testemunha poderosa e silenciosa.

Os seus seguidores foram radicalmente alterados!

A transformação incrível e inexplicável dos discípulos de Jesus é outra prova convincente. Antes da Ressurreição, mostraram-se temerosos, confusos e dispersos. Pedro negou sequer conhecer Jesus, e a maioria deles fugiu quando Jesus foi preso. 7 No entanto, pouco tempo depois da morte de Jesus, estes mesmos homens e mulheres saíram como anunciadores corajosos e destemidos da sua ressurreição, dispostos a enfrentar perseguições, prisões e, para a maioria deles, até mortes violentas pela sua mensagem. Tal mudança enorme da covardia para a coragem precisa de uma explicação poderosa. A explicação mais direta que a Bíblia nos dá é o encontro pessoal com Cristo ressuscitado.

Até os cépticos acreditaram!

A conversão de cépticos bem conhecidos também acrescenta peso à evidência. Tiago, o irmão de Jesus, não foi um seguidor durante o ministério terrestre de Jesus. Mas ele tornou-se um líder na igreja de Jerusalém depois que, de acordo com Paulo, o Cristo ressuscitado apareceu a ele. 14 E Saulo de Tarso, mais tarde conhecido como o apóstolo Paulo, era um perseguidor apaixonado dos primeiros cristãos. A sua conversão dramática aconteceu depois do que descreveu como um encontro com Jesus ressuscitado e glorificado no caminho para Damasco. 6 Estas conversões são difíceis de explicar sem uma experiência genuína que mude a vida. Estes acontecimentos transformadores exemplificam a forma como o ceticismo profundamente enraizado pode ser anulado por experiências profundas que mudam as crenças e o objetivo de cada um. Muito parecido com A sabedoria e o destino celestial de Salomão, Estes indivíduos receberam insights que os levaram a novos caminhos de fé e liderança. Suas viagens ressaltam o impacto dos encontros pessoais com o divino, que podem transformar até mesmo os mais fervorosos duvidosos em defensores dedicados.

A forma como estas aparências são descritas — como físicas, tangíveis e interativas, envolvendo conversas, refeições partilhadas e ser tocado, acontecendo ao longo de um período de tempo a vários grupos — opõe-se a explicações mais simples, como apenas alucinações induzidas pelo sofrimento ou histórias que se desenvolveram ao longo do tempo. 13 As alucinações são geralmente privadas e pessoais, não partilhadas por grupos grandes e diversificados em diferentes locais ao longo de semanas. A qualidade e a variedade dos encontros descritos no Novo Testamento apresentam um verdadeiro desafio às explicações puramente psicológicas.

Quadro: Principais Aparições de Testemunhas Oculares do Cristo Ressuscitado

Testemunha(s)Referência(s) da EscrituraBreve Descrição/Significância
Maria MadalenaJoão 20:11-18; Marcos 16:9Primeira aparição registada; um encontro profundamente pessoal no sepulcro, transformando a sua tristeza em alegria\! 14
Outras mulheresMateus 28:9-10Encontrou Jesus ressuscitado enquanto corriam do sepulcro vazio para dizer aos discípulos: Adoravam-no. 14
Pedro de CefasLucas 24:34; 1 Coríntios 15:5Uma aparição pessoal a Pedro, um líder-chave que havia negado a Jesus, provavelmente tão importante para sua restauração. 14
Dois Discípulos na Estrada de EmaúsLucas 24:13-35Andava e falava com Jesus sem saber que era Ele. Reconhecia-o quando partia o pão, e os seus corações ardiam dentro deles! 14
Dez/Onze Discípulos (Thomas não estava lá)João 20:19-25; Lucas 24:36-43Apareceram-lhes, ainda que as portas estivessem trancadas; Mostrou-lhe as feridas para provar que era real e trouxe a paz. 14
Onze Discípulos (com Tomás)João 20:26-29Apareceu novamente uma semana depois, especialmente para Tomé, cuja dúvida transformou-se em uma profunda declaração de fé: "Meu Senhor e meu Deus!" 14
Sete Discípulos pelo Mar da GalileiaJoão 21:1-14Apareceu junto ao lago, compartilhou uma refeição e restaurou Pedro publicamente. 14
Mais de 500 irmãos de uma só vez1 Coríntios 15:6; (possivelmente Mateus 28:16-20)Uma grande aparição em grupo, mostrando quão pública era a testemunha; Muitos ainda estavam vivos quando Paulo escreveu sobre isto. 14
Tiago (irmão de Jesus)1 Coríntios 15:7Uma aparição ao irmão cético de Jesus, que levou à sua conversão e liderança na igreja primitiva. 14
Os Apóstolos (na Ascensão)Actos 1:3-11; Lucas 24:50-53Última aparição antes de ascender ao céu, comissionando-os para a sua missão mundial. 14
São Paulo de TarsoActos 9:1-9; 1 Coríntios 15:8 Gálatas 1:15-16Um encontro dramático e transformador com Cristo glorificado que transformou um perseguidor no principal apóstolo dos gentios! 14

Embora os argumentos históricos, por si só, possam não fazer alguém acreditar, dão-nos uma base sólida para compreender por que razão nós, cristãos, acreditamos que a Ressurreição não é um mito, uma realidade que mudou o curso da história.

VII. A poderosa mensagem do túmulo vazio!

Aquele túmulo vazio onde Jesus foi colocado tem um significado que vai muito além de um corpo desaparecido. É um símbolo poderoso, uma declaração divina de Deus com implicações incríveis na forma como O compreendemos, à sua criação e ao nosso futuro!

A promessa de Deus de renovar tudo!

A mensagem que ecoa daquele túmulo vazio é de esperança cósmica: Deus pretende renovar e redimir este mundo físico em que vivemos, não apenas abandoná-lo por alguma existência puramente espiritual e flutuante! 18 Algumas filosofias antigas pensavam que o corpo físico e o mundo material eram como uma prisão para a alma, algo de que escapar. Mas o túmulo vazio aponta exactamente na direcção oposta! Confirma a bondade inerente à criação física de Deus. 19 Porque Jesus foi ressuscitado corporalmente, significa que o plano de Deus para a redenção inclui transformar e aperfeiçoar o físico, não livrar-se dele. Isto é enorme! Encoraja-nos a ver a salvação como algo que toca cada parte de nós, espírito e corpo, e até se estende à renovação de toda a criação – um novo céu. e uma nova terra!

Vitória que podes ver!

O túmulo vazio é a prova real e inegável da vitória decisiva de Jesus sobre a morte! 2 A morte, o último inimigo da humanidade, não o conseguiu segurar. A pedra rolava, as roupas da sepultura deixadas para trás e a ausência do corpo gritavam silenciosamente sobre um poder maior do que a própria morte. Mostra que Jesus tem poder sobre a sepultura e, através d'Ele, oferece o dom da vida eterna a todos os que crêem! 2

Força e esperança para a sua viagem!

A realidade do túmulo vazio não é apenas um facto histórico a conhecer; é uma fonte atual de força, coragem e esperança para nós, crentes, quando enfrentamos as inevitáveis dúvidas, desafios e medos da vida. Saber que Deus tirou Jesus daquela sepultura, transformando a tragédia final no triunfo final, dá-nos confiança de que Ele pode tirar o bem mesmo das situações mais desesperadas. Dá-nos força sobrenatural para superar obstáculos e coragem para continuar com fé, compreendendo que o nosso destino final é com um Deus amoroso e todo-poderoso. 2 O túmulo vazio recorda-nos que, mesmo nas provações e injustiças mais obscuras da vida, os propósitos redentores de Deus podem e vão vencer.

Por conseguinte, o túmulo vazio não é apenas um espaço vazio; é um espaço cheio de promessas – a promessa de uma criação renovada, de um inimigo conquistado e de uma esperança inabalável que nos capacita para viver com coragem e alegria!

VIII. Do medo à fé: Como a Ressurreição Mudou os Discípulos e nos Mudou!

A mudança dos discípulos de Jesus após a sua ressurreição é uma das partes mais dramáticas e conhecidas da história da Páscoa. Não é apenas uma poderosa prova indireta da própria Ressurreição, é também um exemplo surpreendente do tipo de transformação que Cristo ressuscitado pode trazer a qualquer vida – incluindo a sua e a minha!

Covardes Não Mais Campeões Corajosos!

Antes de encontrarem Jesus ressuscitado, os discípulos eram uma imagem de medo e desapontamento. Quando Jesus foi preso, dispersaram-se. Pedro, um de Seus mais íntimos negou sequer conhecê-Lo três vezes! 7 Escondiam-se atrás de portas fechadas «por medo dos líderes judeus» (João 20:19), as suas esperanças pareciam esmagadas pela crucificação. 20 Alguns até começaram a regressar à sua antiga vida, pensando que tudo tinha acabado (Lucas 24:21).

Mas depois, num curto espaço de tempo, estes mesmos indivíduos foram transformados em destemidos e articulados proclamadores da ressurreição de Jesus! Colocaram-se corajosamente diante das próprias autoridades que condenaram Jesus, pregaram no templo, enfrentaram a prisão, espancamentos e, para a maioria deles, o martírio violento, tudo sem nunca recuar de seu testemunho de que Jesus estava vivo! 8 O que poderia explicar uma mudança tão radical do medo terrível para a convicção inabalável, do desespero para a alegria inabalável, de não ter nenhum propósito para uma missão que muda o mundo? 20 O Novo Testamento aponta consistentemente para uma coisa: seus encontros pessoais com o Senhor Jesus Cristo ressuscitado! 7

O nascimento de algo espantoso: A Igreja!

Esta transformação não foi apenas individual; Era corporativo e explosivo! Capacitados pelo Espírito Santo, cuja vinda estava diretamente ligada à ressurreição de Jesus e à sua elevação à mão direita de Deus, estes discípulos transformados, como Pedro no dia de Pentecostes, começaram a pregar as boas novas de Cristo ressuscitado e milhares responderam com fé! 8 A Igreja Cristã nasceu da poderosa convicção de que Jesus tinha vencido a morte.

Transformação para vós hoje: Nova vida em Cristo!

O incrível poder que ressuscitou Jesus dos mortos e transformou de forma tão dramática os seus primeiros seguidores não é apenas uma história do passado. é uma realidade viva à nossa disposição como crentes de hoje! 1 O apóstolo Paulo ensinou que, pela fé em Cristo, estamos unidos a Ele em sua morte e ressurreição. Morremos para a nossa velha vida controlada pelo pecado e somos ressuscitados com Ele para "andar em novidade de vida" (Romanos 6:4, 6:1-11). 7 Isto significa que a Ressurreição não é apenas algo em que acreditar sobre Jesus; é um poder a ser experimentado em Tu! Chama cada um de nós a uma poderosa transformação, a deixar para trás o velho eu e a abraçar uma nova vida cheia das virtudes e do amor de Cristo. 1

A viagem dos discípulos do medo à fé constitui simultaneamente uma prova da realidade da Ressurreição e um exemplo intemporal do seu potencial para revolucionar as nossas vidas. O acontecimento passado da ascensão de Cristo alimenta uma esperança presente de mudança pessoal e de capacitação, mostrando-nos que o mesmo Senhor que transformou desertores dispersos em apóstolos fundamentais pode ainda hoje transformar a nossa dúvida em fé, o nosso desespero em alegria e a nossa falta de propósito numa missão vibrante!

IX. Que esperança nos dá a ressurreição para a nossa vida futura e eterna?

A Ressurreição de Jesus Cristo é a última âncora da nossa esperança cristã. Brilha uma luz brilhante sobre o nosso futuro e redefine completamente o que significa a vida eterna. Não se trata de um desejo vago de que as coisas melhorem; é uma expectativa confiante, alicerçada num acontecimento histórico realizado!

A vitória final: Morte Derrotada!

Para toda a humanidade, a morte sempre foi o grande inimigo imbatível, a palavra final. Mas, porque Jesus Cristo ressuscitou dos mortos, a morte foi derrotada. A sua picada foi retirada para aqueles de nós que cremos! 10 A Ressurreição declara que a morte não é mais o poder último ou o nosso destino final. Para o cristão, tornou-se uma passagem, uma porta para a vida eterna na presença de Deus. 1 Esta garantia transforma um dos medos mais profundos da humanidade numa transição cheia de esperança. Que alívio!

A Promessa da nossa Própria Ressurreição: Nós também vamos erguer-nos!

A ressurreição de Jesus é descrita nas Escrituras como as «primícias» de uma grande colheita (1 Coríntios 15:20, 23). 10 Assim como os primeiros frutos maduros de uma colheita garantem que o resto da colheita se seguirá, a ressurreição de Cristo dos mortos é a garantia absoluta de que aqueles que pertencem a Ele também serão ressuscitados para uma vida nova, imperecível e gloriosa! 10 A sua ressurreição é a prova poderosa de Deus de que tem a capacidade, o desejo e a intenção de ressuscitar todos os crentes para a vida imortal em corpos perfeitos e renovados, livres da decadência e da morte. 4 Esta é a última esperança pessoal oferecida pela Ressurreição – não apenas que a nossa alma sobreviva à redenção e glorificação de toda a nossa pessoa!

A vida eterna: Muito mais do que a infinidade!

A vida eterna prometida através da Ressurreição não se limita a viver para sempre da mesma forma antiga. É uma nova qualidade da vida – uma vida vivida na plena presença de Deus, livre do pecado, da dor, do sofrimento e da morte! 1 É uma vida de comunhão perfeita com o nosso Criador e com os nossos semelhantes, uma vida de alegria, propósito e realização inimagináveis. As oscilações da Ressurreição abrem a porta a esta existência transformada.

Um mundo renovado está a chegar!

A esperança da Ressurreição vai além da nossa salvação individual. estende-se à renovação cósmica de toda a criação! Aponta para o plano final de Deus de corrigir todos os erros, de curar todas as tribulações e de fazer novas todas as coisas. 7 A ressurreição garante que a oração que Jesus ensinou aos seus discípulos – «Venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu» (Mateus 6:10) – um dia será completa e gloriosamente respondida! 7 Esta grande visão de uma criação restaurada, onde reinam a justiça e a paz, é uma parte vital da esperança incendiada pelo túmulo vazio.

Uma vez que esta esperança está ancorada na ressurreição histórica e corporal de Jesus, não se trata apenas de uma ilusão; é uma garantia firme e confiante. 3 Esta esperança fundamentada dá-nos uma resiliência incrível quando enfrentamos o sofrimento atual e uma motivação poderosa para viver de acordo com a vontade de Deus, sabendo que esta vida não é o fim e que a justiça, a cura e a renovação finais estão certamente a caminho!

Conclusão: Viva Todos os Dias à Luz do Túmulo Vazio!

A Ressurreição de Jesus Cristo não é uma crença secundária de que podemos partir sem alterar o cerne da nossa fé cristã. Situa-se como o fundamento inabalável, o próprio coração do qual flui toda a verdade cristã, toda a nossa esperança e toda a nossa vida espiritual. Se a Ressurreição é verdadeira, como os cristãos proclamaram com alegria durante dois mil anos, então ela muda. tudo!

Significa que Jesus Cristo é o Senhor, provado justo e elevado por Deus Pai. Significa que o pecado e a morte, os maiores inimigos da humanidade, foram decisivamente vencidos! Valida a nossa fé cristã como verdadeira e confiável, não apenas uma coleção de esperanças vazias ou rituais sem sentido. Abre a porta a um futuro cheio da promessa gloriosa da nossa própria ressurreição e vida eterna na criação renovada e perfeita de Deus. E, tão poderosamente, significa que o poder transformador – o próprio poder que ressuscitou Jesus da sepultura – está disponível para nós como crentes, permitindo-nos viver vidas de propósito, alegria e vitória, mesmo no meio das lutas deste mundo partido.

O túmulo vazio não é apenas um marcador histórico de algo que aconteceu há muito tempo; é uma porta aberta, um convite duradouro para nós. Chama todo coração que busca a ir além de apenas concordar com os factos para um encontro pessoal, que muda a vida com o Cristo vivo. A Ressurreição convida cada um de nós a uma vida saturada do poder vibrante, que muda o mundo e cura o coração do Senhor Jesus ressuscitado.

Porque Ele vive, também nós viveremos! Esta é a promessa que transforma cada Sexta-Feira Santa de tristeza num Domingo de Páscoa de alegria sem fim, a esperança inabalável que ilumina o caminho de cada crente. A mensagem do túmulo vazio continua a ecoar através dos tempos: Cristo ressuscitou, e n'Ele todos os que crêem encontram a vida, e a vida em plenitude!

Bibliografia:

Mais informações sobre Christian Pure

Inscreva-se agora para continuar a ler e ter acesso ao arquivo completo.

Continuar a ler

Partilhar com...