Resumo de Mateus 18:20
Ao contemplar a essência de Mateus 18:20, encontramo-nos no centro dos princípios fundamentais da comunidade cristã. Este versículo elucida o elo inviolável entre os crentes que é santificado pela presença do próprio Cristo. Escrito no Novo Testamento, este versículo afirma: "Porque onde dois ou três se ajuntarem em meu nome, ali estou eu com eles." (Mateus 18:20, NVI). Assim, o versículo reafirma a promessa divina da onipresença do Senhor, assegurando aos crentes que, onde quer que se reúnam em unidade espiritual e sinceridade de propósito, a Sua presença permeia.
No entanto, não devemos ignorar o contexto em que estas palavras promissoras foram proferidas. Mateus 18:20 culmina um discurso sobre como abordar o pecado dentro da comunidade cristã (Mateus 18:15-20). O processo implica advertir privadamente um irmão ou irmã que tenha transgredido, nivelar o assunto para uma comunidade maior se o transgressor permanecer impenitente e, eventualmente, tratá-los como um "estrangeiro" se a transgressão persistir após tentativas de retificação coletiva.
Assim, «onde dois ou três estão reunidos» refere-se não só à comunhão geral, mas também à responsabilidade coletiva de promover a justiça dentro da comunidade cristã. Cristo, a nossa encarnação divina da justiça, portanto, promete a sua presença entre aqueles que se reúnem para defender a justiça, imbuindo a reunião com a sua santidade.
Navegue para uma interpretação simplista e podemos correr o risco de perder nuances essenciais. Sim, este versículo tem sido recorrentemente usado para validar pequenas reuniões de oração ou serviços. No entanto, não somos obrigados a ultrapassar o véu da superficialidade? Tome nota, querido leitor, que este versículo não se limita a delinear o tamanho mínimo da congregação para o atendimento divino, mas ressalta o significado da unidade, sinceridade e retidão como requisitos para a fé. presença divina.
É realmente enriquecedor reconhecer que os fundamentos deste versículo foram concebidos para facilitar a resolução de conflitos, promover a crescimento espiritual, e promover relações harmoniosas dentro da comunidade cristã. Medite nas poderosas camadas de significado dentro de Mateus 18:20, e podemos descobrir nosso próprio caminho para uma compreensão mais profunda e perspicaz da vida e espiritualidade cristãs.
- Mateus 18:20 é um versículo fundamental no Novo Testamento, que afirma a presença de Cristo entre os crentes reunidos em seu nome.
- Contextualmente, o versículo faz parte de um discurso sobre como lidar com o pecado dentro da comunidade cristã.
- «Onde dois ou três estão reunidos» refere-se tanto à comunhão geral como à responsabilidade coletiva na defesa da justiça.
- Além de aprovar pequenas reuniões de oração ou serviços, o versículo enfatiza a unidade, a sinceridade e a justiça como condições para a presença de Cristo.
- Reconhecer a profundidade do significado dentro do versículo pode promover uma compreensão mais profunda da espiritualidade cristã e da comunidade.
O que Mateus 18:20 significa no contexto da comunhão cristã?
Dentro da esfera da comunhão cristã, Mateus 18:20 serve como um poderoso testamento para o aspecto comunitário da fé. Quando nos envolvemos no discurso sobre a Escritura, "Porque onde dois ou três estão reunidos em meu nome, ali estou eu no meio deles", mergulhamos numa afirmação da presença de Jesus Cristo sempre que os crentes se unem em seu nome. Ele sustenta o ethos da adoração congregacional e da oração comunitária, tornando-se posteriormente uma poderosa força motriz para pequenas reuniões de oração ou serviços da igreja.
Ao considerarmos esta escritura, precisamos estar conscientes de que não se trata estritamente de números. transcende este aspecto quantificável, estendendo-se habilmente ao reino do coração e do espírito. Apresenta a noção de que, mesmo na menor reunião de corações fiéis, há uma Presença Divina. Esta orientação para uma experiência espiritual colectiva invoca um forte sentido de unidade, de pertença e de partilha entre os crentes, reforçando assim os laços de comunhão cristã.
No entanto, é fundamental considerar o pano de fundo desta escritura, enquadrada no tema da disciplina da igreja e lidar com os pecadores rebeldes, conforme delineado em Mateus 18:15-20. Isto confirma que concrentes são participantes conjuntos na manutenção da ordem espiritual dentro da comunidade da igreja. Por conseguinte, a expressão «onde dois ou três são reunidos» tem um duplo significado. Por um lado, assegura a Presença Divina entre uma comunidade de crentes. Simultaneamente, admoesta-os a defenderem a sua responsabilidade coletiva quando abordam o pecado no seu meio, reforçado pela certeza da presença de Jesus ao fazê-lo.
- A escritura, Mateus 18:20, defende a presença de Jesus Cristo durante a adoração e oração congregacional, promovendo assim laços dentro da comunhão cristã.
- Ultrapassa a interpretação puramente numérica, apresentando a ideia de que mesmo a mais pequena assembleia de crentes está envolvida pela Presença Divina.
- «Onde dois ou três estão reunidos» tem um duplo significado, não só assegurando a presença divina entre os crentes, mas também admoestando a sua responsabilidade partilhada na abordagem do pecado no seio da comunidade cristã.
Como Mateus 18:20 se relaciona com o poder da oração?
Muitas vezes ponderamos o papel da oração em relação a Mateus 18:20. O que flui deste versículo, tão aparente como um córrego no topo de terrenos montanhosos, é esse mesmo tema – o O poder da oração. Vamos mergulhar na passagem para descobrir as suas implicações.
Como discernido, em Mateus 18:20, Cristo promete estar no meio dos que estão reunidos em seu nome. O que isso implica para a oração? Quando nos reunimos para comunicar-nos com o divino, para meditar em Seu nome e buscar Seu conselho, somos não sozinho em nosso esforço. Quando dois ou três de nós nos reunimos para interceder em oração, quando vocalizamos as nossas mais profundas esperanças, medos e desejos num apelo colectivo, apelamos à Sua presença para que habite entre nós.
Devemos lembrar-nos, no entanto, do contexto original deste versículo. Refere-se à oração, mas a oração num caso específico – momentos em que a igreja é chamada a invocar a sua autoridade disciplinar ao lidar com um membro errante e impenitente, tal como referido nos versículos anteriores. Assim, o versículo nos tranquiliza que, quando nos reunimos em seu nome para decisões tão difíceis, não estamos sozinhos.
No entanto, não é reconfortante considerar a aplicação mais ampla? Inegavelmente, dá legitimidade a qualquer pequena reunião de oração ou serviço da igreja. Centrando-se no nome de Jesus, mesmo uma modesta reunião de devotos pode invocar a Sua presença divina. Num íntimo acto de devoção partilhada, empenhamo-nos num diálogo fervoroso com o divino, recordando sempre que «quando dois ou três se reúnem» em Seu nome, podem dar a conhecer as suas petições e súplicas na confiança da Sua presença entre eles.
O mau uso deste versículo, no entanto, pode ter consequências não intencionais. Se usado para sugerir que Deus nos ouve melhor quando estamos em oração coletiva, minimiza o significado da oração privada. A onipresença de Deus significa que Ele ouve as nossas orações individuais, tanto quanto ouve as orações colectivas. Trata-se da sua presença prometida no meio da nossa comunidade, e não de um protocolo para nos ouvir.
- Mateus 18:20 dota a oração em grupo de uma poderosa promessa da presença de Cristo.
- O versículo tranquiliza os crentes da presença de Jesus durante as decisões espirituais que exigem discernimento coletivo, especificamente ao disciplinar os membros rebeldes de acordo com o contexto original.
- Independentemente da dimensão, qualquer reunião em nome de Jesus, especialmente em oração, implica a autenticação da sua presença.
- Não se deve interpretar mal este versículo para minar o valor das orações privadas, pois a onipresença de Deus permite-lhe atender a todas as orações, coletivas ou individuais.
Qual é o significado da frase "onde dois ou três estão reunidos" em Mateus 18:20?
A frase "onde dois ou três estão reunidos" em Mateus 18:20 tem uma grande importância e tem sido muitas vezes um assunto de análise e contemplação aguçada em Mateus 18:20. Categoria: Teologia cristã. Aprofundando-nos no coração deste versículo, percebemos suas poderosas implicações sobre a natureza da comunidade, da oração e da presença de Cristo.
No contexto imediato de Mateus 18, esta frase segue um discurso sobre a disciplina da igreja, em que Jesus instrui seus seguidores sobre como confrontar aqueles que pecaram. Por conseguinte, o texto circundante sugere que a reunião de «dois ou três» diz especificamente respeito ao contexto da responsabilidade disciplinar na comunidade eclesial — os «dois ou três» servem como observadores ou testemunhas neste processo.
No entanto, à medida que ampliamos nossa perspectiva, descobrimos que esta frase também tem camadas adicionais. Muitos cristãos acham este versículo reconfortante e encorajador, vendo-o como um testemunho da legitimidade e bênção divina de pequenas reuniões de oração ou reuniões da igreja. Ela tranquiliza os fiéis da presença divina de Jesus, mesmo nas pequenas congregações. Isto é particularmente significativo em situações em que os crentes cristãos são menores em número - durante tempos opressivos ou em regiões subpovoadas, por exemplo - e anseiam por uma ligação a uma comunidade espiritual mais ampla.
No entanto, é crucial que não simplifiquemos excessivamente ou abusemos deste versículo, reduzindo-o a uma fórmula ou encantamento. O princípio fundamental não reside no número de pessoas reunidas, mas no propósito sagrado da sua reunião — em nome de Jesus. Diz-nos que a presença de Jesus não se limita a eventos monumentais ou congregações maciças, mas estende-se às reuniões diárias daqueles que se reúnem em Seu nome, seguindo diligentemente Seus ensinamentos.
- A frase «onde dois ou três estão reunidos» em Mateus 18:20 situa-se no contexto mais amplo da disciplina da igreja, provavelmente referindo-se aos observadores ou testemunhas neste processo.
- Muitos cristãos veem este versículo como uma afirmação da legitimidade de pequenas reuniões de oração ou reuniões da igreja e uma garantia da presença divina de Jesus, mesmo em pequenas congregações.
- O principal impulso deste versículo não reside na contagem numérica da reunião, mas na intenção sagrada - a reunião deve ser convocada em nome de Jesus.
- É fundamental evitar a simplificação excessiva ou a utilização abusiva deste versículo, entendendo-o como um testamento da onipresença de Jesus, estendendo-se a todas as reuniões centradas nos seus ensinamentos, independentemente da sua dimensão.
O que Mateus 18:20 revela sobre a natureza da presença de Deus?
Ao examinar Mateus 18:20, surge uma poderosa revelação acerca da natureza da A presença de Deus. Este versículo é muitas vezes parafraseado para implicar a promessa infalível de Deus que habita as menores reuniões em seu nome. No entanto, temos de considerar cuidadosamente o verdadeiro contexto — o foco não está apenas na presença de Deus em qualquer ou todas as reuniões da igreja, mas sim em reuniões destinadas à disciplina da igreja e ao arrependimento comunitário.
Através desta lente bíblica, percebemos que a presença de Deus não está ligada à dimensão da congregação ou à magnitude e grandeza da liturgia, mas à autenticidade da intenção. Se dois ou três ou mais estiverem reunidos com uma vontade harmoniosa — servir a Deus, discernir a sua vontade, confrontar o pecador ou o pecador rebelde, a presença de Deus é plenamente manifesta.
Tal não descarta a forma como a onisciência e a onipresença de Deus permeiam toda a criação; Vivemos e movemo-nos continuamente no Seu imediatismo divino. No entanto, há uma garantia distinta em Mateus 18:20, uma promessa específica da presença divina na união dos crentes que procuram fervorosamente a sua vontade em matéria de disciplina e reconciliação, em que a sua fé e a sua amor divino Ao mesmo tempo, a justiça é abundante.
Quando nos rendemos à sabedoria do Espírito ao abordar o pecado e a retificação, estabelecemos, poderosamente, o Seu reino aqui na Terra. Assim, a presença direta e ativa de Deus surge nessas congregações, amplificando o apelo à verdade, à reconciliação e à santificação.
- Mateus 18:20 revela um aspeto íntimo da presença de Deus, significando a sua presença inabalável em reuniões destinadas à disciplina da igreja e ao arrependimento comunitário.
- A presença divina de Deus não está vinculada pela dimensão da congregação ou pela grandiosidade litúrgica, mas depende fortemente da autenticidade da intenção quando os crentes se reúnem para servir a Deus e discernir a sua vontade.
- A onipresença de Deus abrange toda a criação, mas Mateus 18:20 marca uma promessa precisa da presença divina quando os crentes procuram a Sua vontade em questões de disciplina e reconciliação.
- A presença direta e ativa de Deus está instalada em tais reuniões, exemplificando o apelo à verdade, à reconciliação e à santificação.
Qual é a posição da Igreja Católica em relação a Mateus 18:20?
O Igreja Católica Romana, firme como sempre na preservação das suas tradições teológicas, oferece uma interpretação particularmente poderosa das palavras pronunciadas por Cristo na passagem de Mateus 18:20. Para compreender a posição da Igreja, é fundamental, em primeiro lugar, mergulhar no âmago da sua compreensão da comunhão, da oração e da Eucaristia.
A Igreja Católica adota o conceito de communio – um termo latino para irmandade – que ocupa um lugar significativo na sua teologia. A Igreja percebe a comunhão não apenas como uma reunião de crentes, mas como uma poderosa unidade da Igreja. Corpo de Cristo, em que os fiéis participam da vida divina. As palavras «onde dois ou três estão reunidos em meu nome» em Mateus 18:20 são interpretadas com este entendimento de união profunda e espiritual.
Além disso, a Igreja Católica liga esta escritura com o ritual sagrado da Eucaristia. Na celebração eucarística, os católicos crêem reunir-se em nome de Jesus, conscientes da sua presença real no pão e no vinho. Assim, Mateus 18:20 representa uma afirmação da presença real de Cristo na celebração da Eucaristia, onde Ele une a comunidade reunida no seu Corpo.
A Igreja também aprecia os aspectos da oração implícitos neste versículo. Neste contexto, sublinha o poder da oração comunitária, em que os fiéis se reúnem em nome de Jesus, rezando em unidade, com a certeza da presença de Cristo entre eles. Este entendimento está ligado à ênfase da Igreja na comunidade que vive em unidade como membros do Corpo de Cristo. Por conseguinte, quando Mateus 18:20 é invocado, transmite tanto a promessa da presença de Jesus como o poder da oração comunitária.
Para resumir:
- A Igreja Católica interpreta Mateus 18:20 à luz da sua teologia da «communio» – uma unidade poderosa no Corpo de Cristo reunido.
- O versículo está ligado à Eucaristia, onde se acredita que Cristo está verdadeiramente presente, unindo os crentes ao seu Corpo.
- A Igreja aprecia o poder da oração comunitária e ressalta a presença de Jesus quando os fiéis rezam juntos em seu nome.
Como Mateus 18:20 é interpretado em diferentes denominações cristãs?
À medida que mergulhamos na miríade de interpretações de Mateus 18:20 através de vários Categoria: Denominações cristãs, é crucial manter firmemente um preceito – o abraço da presença divina de Cristo sempre que os crentes se reúnem em Seu nome. No entanto, a riqueza das Escrituras freqüentemente presta-se a um espectro de interpretações que refletem nuances culturais, históricas e teológicas.
A interpretação protestante olha de perto para o coração deste versículo, enfatizando a eficácia da oração comunitária. Os protestantes acreditam que, quando os crentes se reúnem para orar, suas orações unificadas são potentes e atraem intervenção divina. Nas congregações mais pequenas, esta escritura é citada como garantia da presença divina durante o culto, independentemente da dimensão da congregação.
No reino do cristianismo ortodoxo, Mateus 18:20 é visto em relação à assembleia eucarística, onde Jesus está espiritualmente presente. A ênfase aqui é colocada na presença mística de Jesus durante os sacramentos, afirmando que Cristo se une a eles, transformando elementos comuns do pão e do vinho em Seu Corpo e Sangue.
Para os católicos romanos, Mateus 18:20 faz parte da base bíblica para a compreensão da presença real de Cristo na Eucaristia. A expressão «onde se reúnem dois ou três» é interpretada como salientando a importância da oração coletiva e o papel da comunidade na manifestação da presença de Cristo.
Enquanto isso, os evangélicos, com sua ênfase na relação pessoal com Jesus, podem interpretar Mateus 18:20 para significar que Jesus está intimamente presente em suas reuniões, particularmente aquelas destinadas à adoração, oração ou estudo da Bíblia. Esta interpretação reforça a sua crença no imediatismo da presença de Cristo e na sua comunicação direta com os crentes.
Estas interpretações, embora divergentes em alguns aspectos, ressaltam uma crença universal no cristianismo: que a presença de Cristo permeia a vida do crente e da comunidade, proporcionando conforto, orientação e afirmação de fé.
- Resumo:
- Os protestantes salientam a eficácia da oração unificada e comunitária e da presença de Jesus, independentemente da dimensão da congregação.
- Os cristãos ortodoxos associam o versículo à presença mística de Cristo durante sacramentos como a Eucaristia.
- Os católicos romanos apoiam-se no versículo para compreender a presença real de Cristo na Eucaristia, enfatizando o papel da oração comunitária.
- Os evangélicos interpretam o versículo como uma confirmação da presença íntima de Jesus durante o culto, a oração ou o estudo da Bíblia, acentuando uma relação pessoal com Ele.
- Todas as interpretações assentam na crença de que a presença de Cristo permeia a vida do crente e da comunidade, proporcionando conforto, orientação e uma afirmação de fé.
Como o versículo anterior, Mateus 18:19, se relaciona com Mateus 18:20?
Muitas vezes, examinamos os versículos das escrituras de forma independente, sem compreender o poderoso entrelaçamento da mensagem divina. Esforcemo-nos por compreender a complexa relação entre Mateus 18:19 e 18:20, estes dois versículos das escrituras sagradas. Lembrai-vos, meu caro leitor, que o texto bíblico envolve inspiração divina; não é apenas um arranjo de palavras e frases, mas um poderoso discurso de sabedoria espiritual.
Em Mateus 18:19, Jesus declara: «Mais uma vez, em verdade vos digo que, se dois de vós na terra concordarem sobre qualquer coisa que pedirem, isso lhes será feito por meu Pai que está nos céus.» O versículo sublinha o poder da oração e do acordo coletivos, não é verdade? No entanto, uma análise mais profunda revela mais, uma vez que alude a um princípio essencial no cristianismo: A oração comunitária, a adoração e o acordo na busca da intercessão celestial.
Segue-se diretamente Mateus 18:20, «Pois onde dois ou três se reúnem em meu nome, aí estou eu com eles.» Isto completa o conceito apresentado em 18:19, não é? É como se completasse a equação espiritual delineada por Jesus Cristo, ilustrando a presença divina que acompanha o culto e o acordo comunitários. Ao contrário de muitas interpretações, «reunidos em meu nome» não se refere apenas à proximidade física, mas está subjacente à unidade no propósito, na oração e, mais importante ainda, no ethos dos ensinamentos de Cristo.
Querido leitor, verias então o poderoso elo que flui das 18:19 às 18:20? É uma progressão da oração e do acordo coletivos para a presença segura do divino em tais reuniões comunitárias. Mas aqui, somos instruídos a não abusar destes versos. Não são meras afirmações da validade eclesiástica de pequenas reuniões de oração ou de cultos eclesiásticos. em vez disso, vão mais fundo, dedicando-se à essência do acordo no propósito e na oração, e à presença divina resultante.
Para apreciar plenamente a profundidade poderosa destes versículos, lembremo-nos do contexto mais amplo de Mateus 18, que trata do delicado tema do pecado e da disciplina dentro da comunidade cristã. Estes versículos servem como tranquilização. Asseguram-nos a presença divina quando lidamos com questões tão sensíveis, aderindo aos princípios de Cristo.
- Mateus 18:19 enfatiza o poder da oração e do acordo coletivos, introduzindo o conceito de adoração comunitária e buscando a intervenção divina.
- Mateus 18:20 leva adiante este conceito, assegurando-nos da presença divina que acompanha a unidade no propósito, a oração, concentrando-se em viver os ensinamentos de Cristo.
- Estes versículos não são simples validações para a legitimidade eclesiástica de pequenas reuniões de oração ou serviços da igreja, mas enfatizam o espírito mais profundo de unidade em Cristo.
- Os versículos também têm relevância para o contexto mais amplo de Mateus 18, que trata do tratamento do pecado e da disciplina na comunidade cristã, sublinhando a importância de aderir aos ensinamentos de Cristo em tais questões.
O que Mateus 18:20 revela sobre a visão de Jesus sobre a comunidade?
A declaração de Jesus em Mateus 18:20, onde ele anuncia: «Porque onde dois ou três estão reunidos em meu nome, aí estou eu entre eles», oferece uma visão poderosa da perspetiva de Jesus sobre a comunidade e a comunhão entre os seus seguidores. Nesta declaração, discernimos um reconhecimento explícito do valor indispensável do culto colectivo, do discernimento comunitário e do compromisso partilhado no Seu nome sagrado. Mas por que razão se refere especificamente a uma reunião de «dois ou três»?
A menção de «dois ou três» sublinha o entendimento de que mesmo a mais pequena comunidade, contra todas as probabilidades, é uma força de imenso poder espiritual quando reunida em Seu nome. Estes humildes algarismos dificilmente constituem uma multidão. No entanto, no espetro de Ensinamentos de Jesus, o significado espiritual e o favor divino de uma congregação não são necessariamente proporcionais à sua dimensão. Pelo contrário, é a unidade e o objectivo comum em seu nome que leva a sua presença divina ao meio deles.
Indo mais fundo, esta declaração de Jesus fala-nos muito sobre o potencial transformador da vida em comunidade Espiritualidade Cooperativa. A sua declaração é emblemática de um abraço de fraternidade, não de isolamento; de responsabilidade mútua, não de conflitos egoístas; Consenso, não unilateralismo. Para o efeito, assegura-nos que é nestes encontros de fé partilhada - por mais modestos ou grandiosos que sejam - que Ele escolhe manifestar a Sua Presença divina.
Nesta luz, podemos considerar a declaração de Jesus em Mateus 18:20 como uma garantia divina que reforça o primado e a significado teológico de empreendimentos de fé coletiva. Enquanto a crença individual é fundamentalmente importante, a crença comunitária solicita a presença divina de Cristo de uma forma única e poderosa.
- Síntese dos pontos:
- Mateus 18:20 é uma afirmação do reconhecimento e do apoio de Jesus ao culto comunitário e ao envolvimento partilhado em Seu nome.
- «Dois ou três» implica a noção de que mesmo a mais pequena das comunidades reunidas em seu nome pode atrair a sua presença divina; a dimensão da congregação não diminui a sua potência espiritual.
- Esta passagem ressalta os conceitos de comunhão, responsabilidade mútua e consenso sobre o isolamento, o individualismo e o unilateralismo.
O que acontece quando oramos sozinhos?
Nas nossas peregrinações espirituais, muitas vezes confrontamo-nos com uma pergunta introspetiva que se revela assim – Quando Jesus afirmou em Mateus 18:20, «Pois onde dois ou três estão reunidos em meu nome, aí estou eu entre eles», infere que a presença divina se limita apenas ao culto coletivo? Não se pode evocar a presença manifesta do Senhor, suplicando-lhe na solidão?
Temos de abordar este dilema, recordando aos nossos corações um princípio fundamental da fé cristã – a onipresença de Deus. Este atributo divino contesta claramente quaisquer alusões à preferência de Deus pelo culto coletivo em detrimento das súplicas solenes de um indivíduo feitas com serenidade silenciosa. Sem dúvida, O culto corporativo ocupa um lugar especial no interior da Tradição cristã, tal como a oração individual é indispensável para o nosso caminhar pessoal com Deus. Sim, os momentos de solidão abrem muitas vezes o caminho para uma comunhão mais profunda e pessoal com o divino. Como tal, a diretiva em Mateus 18:20 deve ser interpretada não como uma negação da presença de Deus durante as orações individuais, mas como uma afirmação da Sua presença durante o culto coletivo.
Na verdade, o versículo muitas vezes mal interpretado implica que quando ligamos os nossos corações à unidade, à procura da Sua vontade, o divino permeia a nossa assembleia, apoiando os nossos esforços. Embora tenhamos sempre de nos lembrar de que a presença majestosa de Deus não pode ser limitada pelos números, o seu amor por nós assegura a sua disponibilidade omnipresente a qualquer momento e em qualquer lugar — seja nas nossas orações solitárias ou no culto congregacional.
- Mateus 18:20 não é uma implicação de que Deus está ausente durante a oração individual, mas uma garantia de Sua presença durante a adoração coletiva.
- Tanto o culto coletivo como a oração individual têm um significado imenso na vida espiritual de um crente.
- A onipresença de Deus é um atributo fundamental da sua natureza divina, que exprime a sua capacidade de estar presente em qualquer lugar e a qualquer momento.
- A promessa da presença de Deus não deve restringir-se aos limites dos contextos congregacionais. Sua onipresença ressalta sua disponibilidade durante as orações pessoais também.
- Mateus 18:20 incentiva a unidade entre os crentes e a sua procura conjunta da Sua vontade, mas não limita a presença de Deus ao número de pessoas que rezam.
A oração é sempre respondida?
Ao lutar com uma compreensão do texto bíblico em Mateus 18:19-20, muitas vezes lutamos com a pergunta: A oração que é acordada pelos crentes é invariavelmente recebida com uma resposta afirmativa de Deus? Tal noção, inicialmente, parece ser inegavelmente apoiada pelo texto em apreço. Nela, Jesus assegura aos Seus discípulos, dizendo: «Mais uma vez, digo-vos verdadeiramente que se dois de vós na Terra concordarem sobre qualquer coisa que pedirem, isso será feito por vós pelo Meu Pai Celestial.» Estas palavras fortes fomentam a crença no poder da oração coletiva, em que dois ou mais crentes estão envolvidos num pedido partilhado a Deus.
No entanto, embora possamos maravilhar-nos com a promessa de oração respondida, torna-se crucial para nós não interpretar mal a declaração de Jesus como um cheque em branco. Concordar com uma oração não obriga necessariamente Deus a agir de acordo com nossos desejos. Muitas vezes, na nossa fragilidade humana, ignoramos que os nossos pedidos devem estar em consonância com a vontade de Deus, como ecoou na Oração do Senhor, expressando: «Seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu». Não é, portanto, puramente o acordo que influencia a ação divina, mas o alinhamento do pedido com a vontade celestial.
Do ponto de vista teológico, Deus ouve, sem dúvida, todas as orações, mas as suas respostas nem sempre são coerentes com a nossa compreensão do «sim». Temos de compreender que o nosso divino Pai possui uma visão onisciente das nossas vidas e do nosso destino, em que as suas ações – mesmo as negações e os atrasos – estão impregnadas de benevolência e sabedoria. Às vezes, Orações não respondidas são a forma de Deus nos proteger, ensinar-nos ou orientar-nos para um caminho que se alinha com o seu plano perfeito. Portanto, embora possa parecer que nossas orações coletivas não são respondidas, elas na verdade nunca caem em ouvidos surdos e podem, na realidade, guiar-nos para um bem maior.
Factos & Estatísticas
Cerca de 37% dos cristãos frequentam os cultos da igreja semanalmente
Num estudo, 77% Os cristãos concordaram que a comunhão com outros crentes é crucial para a sua fé.
Cerca de 28% dos cristãos participam de grupos de estudo da Bíblia
Num estudo, 85% dos cristãos concordaram que a oração comunitária fortalece a sua fé
Cerca de 40% dos cristãos participam de bolsas de pequeno grupo pelo menos uma vez por semana
Referências
Mateus 18:18-20
Mateus 18:15-17
Tiago 1:17
Mateus 18:5-7
